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Geninho abre mão dos direitos de imagem durante a pandemia

1 abr 2020
22h37
atualizado às 22h37
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No mundo todo, jogadores e treinadores tem aceitado renegociar seus salários durante a pandemia do coronavírus. A atitude vem para ajudar os clubes a pagarem suas contas e funcionários, em um período atípico, onde não entra dinheiro nos caixas dos times. O técnico Geninho também deu a sua contribuição no Vitória.

A equipe de Salvador anunciou através de suas redes sociais, que o experiente comandante abriu mão de receber seus direitos de imagem durante este período. O clube agradeceu muito a compreensão e atitude do treinador, que voltará a receber normalmente tão logo a situação melhore e os treinos retornem ao normal.

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O técnico Eugênio Machado Souto, o Geninho, concordou em abrir mão dos seus direitos de imagem após conversa com o presidente Paulo Carneiro. Geninho foi sensível ao momento atual do futebol mundial, em especial o brasileiro, e com objetivo de apoiar o clube rubro-negro em seu esforço para evitar um colapso financeiro, renunciou a grande parte dos seus rendimentos e somente voltará a receber quando do reinício oficial das atividades. Uma atitude, sem dúvida, digna de um profissional correto, preocupado com a crise que passa o futebol motivada pela pandemia da COVID-19 (coronavírus). Que o exemplo de Geninho sirva de estímulo para o resto do mercado brasileiro, pois caso as instituições não sejam protegidas, não existirá mais o negócio futebol e todos irão perder

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Confira na íntegra o texto do Vitória

O técnico Eugênio Machado Souto, o Geninho, concordou em abrir mão dos seus direitos de imagem após conversa com o presidente Paulo Carneiro.

Geninho foi sensível ao momento atual do futebol mundial, em especial o brasileiro, e com objetivo de apoiar o clube rubro-negro em seu esforço para evitar um colapso financeiro, renunciou a grande parte dos seus rendimentos e somente voltará a receber quando do reinício oficial das atividades.

Uma atitude, sem dúvida, digna de um profissional correto, preocupado com a crise que passa o futebol motivada pela pandemia da COVID-19 (coronavírus).

Que o exemplo de Geninho sirva de estímulo para o resto do mercado brasileiro, pois caso as instituições não sejam protegidas, não existirá mais o negócio futebol e todos irão perder

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