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Para garantir o acesso, Vasco precisa superar deslizes da campanha e ser certeiro na reta final da Série B

Nas oportunidades que teve de colar ou entrar no G4, o Cruz-Maltino tropeçou. Com os empates de CRB e Goiás, time terá nova chance de ficar a três pontos do pelotão de frente

28 out 2021 07h31
| atualizado às 07h32
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A reta final da Série B promete ser emocionante. A briga pelo acesso segue quente, e o Vasco terá sete "finais" pela frente para retornar è elite do futebol brasileiro. Para isso, o time terá que superar os erros cometidos na campanha, ser letal em campo e certeiro na arrancada. O primeiro desafio será na sexta, às 21h30, contra o CSA, em São Januário, com a presença da torcida.

Cano é a esperança de gols do Vasco diante do CSA, às 21h30 ,sexta, em São Januário (Rafael Ribeiro/Vasco)
Cano é a esperança de gols do Vasco diante do CSA, às 21h30 ,sexta, em São Januário (Rafael Ribeiro/Vasco)
Foto: Lance!

Antes de entrar em campo, o Gigante da Colina já sabe que a rodada está novamente favorável. CRB e Goiás empataram em seus Estádios, e os cariocas terão a chance de ouro de encostar no pelotão de frente. A diferença, que é de seis pontos, pode cair para apenas três em caso de vitória sobre o time alagoano.

O Vasco terá, então, que superar seu retrospecto nesta Série B e os deslizes dos momentos decisivos. Ao longo da campanha, até o momento, o time teve várias oportunidades de colar ou entrar no G4. Todas elas foram desperdiçadas seja por erros individuais ou coletivos com as bola aéreas. Os três treinadores da campanha já tropeçaram em momentos cruciais.

Com Fernando Diniz, por exemplo, o time teve a chance de ficar a apenas dois pontos do G4. Mesmo com um jogador a mais em campo, perdeu para o Sampaio Corrêa, fora de casa. Se não fosse esse tropeço, teria a chance de entrar no G4 já na sexta. A esperança da torcida fica por conta dos números recentes do time, que subiu de produção com o treinador.

+ Sem Nene, entenda como Diniz pode escalar o meio-campo do Vasco contra o CSA, em São Januário

Na era-Lisca, tropeços cruciais também aconteceram. Diante do Remo, fora de casa, na penúltima rodada do primeiro turno, o Vasco foi derrotado quando o colocaria no G4. Contudo, por causa de deslizes técnicos e psicológicos, os três pontos novamente escaparam. Na rodada seguinte, novo revés, dessa vez para o Londrina, em São Januário. O time tomou a virada, no fim, com dois erros dos medalhistas olímpicos: Lucão e Ricardo Graça.

Com Marcelo Cabo, o Gigante da Colina também rondou o pelotão de frente em algumas rodadas. Depois da vitória sobre o Sampaio Corrêa, na Colina Histórica, chegou a ficar a apenas um ponto do G4. Mas depois de dois empates contra os dois primeiros colocados na época: Coritiba e Náutico, o técnico foi demitido e não deu sequência ao trabalho.

Dessa forma, Diniz só teve oito partidas à frente do Vasco, mas como é formado em psicologia sabe que o sucesso de uma equipe também passa pelo mental. Para não ficar no quase novamente, vencer o CSA é fundamental, e mesmo sem Nene, os cariocas têm condições de sair com os três pontos, de São Januário.

O time tem feito campanha de recuperação nas últimas rodadas e não tem mais margem para erro. Esses deslizes têm que ser superados, usados como mola propulsora para garantir o acesso no fim do ano. Usar o apoio da torcida a seu favor também será essencial para a sequência, já que tem quatro partidas dentro no Rio de Janeiro (CSA, Botafogo, Vitória e Remo).

Lance!
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