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Grupo de torcedores atira pedras no carro de Bruno Gomes, do Vasco

O próprio jogador retuitou vídeo em que o carro que dirigia na saída de São Januário é atingido. O paraguaio Matías Galarza também estava no veículo no momento do ato

16 jun 2021 23h12
| atualizado em 17/6/2021 às 00h18
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Bruno Gomes não atuou na noite desta quarta, mas teve seu carro apedrejado (Reprodução/Internet)
Bruno Gomes não atuou na noite desta quarta, mas teve seu carro apedrejado (Reprodução/Internet)
Foto: Lance!

A má fase do Vasco, que perdeu mais uma na Série B, virou motivo para um grupo de torcedores cometer um crime. Na saída de São Januário, após a partida desta quarta-feira, derrota por 2 a 0 para o Avaí, o carro do meio-campista Bruno Gomes foi apedrejado. O paraguaio Matías Galarza também estava no veículo no momento do ato.

O próprio jogador retuitou o vídeo, e citou a possibilidade de um acidente ter acontecido após o ato de violência. O registro foi feito, aparentemente, por uma pessoa que estava no momento da ação criminosa.

- E se eu estou com o vidro aberto? E se eu perco o controle da direção? E meu prejuízo no carro? Estava eu e Matias (Galarza) no carro e isso podia ter acabando com um acidente grave! - reclamou o atleta em seu perfil oficial no Twitter, e apagou a postagem logo em seguida.

Com a derrota desta quarta para o lanterna, o Gigante da Colina segue sem vencer em casa na Série B. O time tem quatro pontos em doze disputados até o momento, e o técnico Marcelo Cabo tem sido alvo de críticas por causa da apática atuação e da queda brusca de rendimento na temporada.

Postagem de Bruno Gomes no Twitter (Reprodução/Twitter)
Postagem de Bruno Gomes no Twitter (Reprodução/Twitter)
Foto: Lance!

Nos primeiros minutos desta quinta-feira, o Vasco divulgou nota à imprensa. Sem citar casos ou nomes específicos de vítimas, criticou a violência. Confira:

"O Vasco da Gama repudia toda e qualquer forma de violência. O Clube compreende a insatisfação dos torcedores com os resultados, mas a solução não passa pelo uso de agressões e ameaças como formas de protesto contra atletas e membros da comissão técnica."

Lance!
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