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ANÁLISE: Futebol pouco vistoso dificulta a percepção dos méritos de um Vasco invicto e no G4 da Série B

Cruz-Maltino chegou ao grupo que, ao final da competição, conquistará o acesso, e vive momento de paz com a torcida. Mas instabilidade é crível ao longo da temporada

16 mai 2022 10h10
| atualizado às 10h10
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Foi mais um dia em que a estética passou longe do Vasco durante praticamente todo o jogo. Provavelmente, o único momento de beleza foi no gol de Figueiredo, pelo modo como foi eternizado. Novamente o Cruz-Maltino pareceu um time engessado, demonstrou enorme dificuldade para criar jogadas. Só que venceu. Novamente venceu. Pode ser difícil mensurar, mas é possível subir assim.

Presentes em São Januário viram um Vasco pouco encantador, mas competitivo (Foto: Daniel Ramalho/Vasco)
Presentes em São Januário viram um Vasco pouco encantador, mas competitivo (Foto: Daniel Ramalho/Vasco)
Foto: Lance!

É possível porque mesmo sob tanta dificuldade o Vasco mostra virtudes. A invencibilidade não é uma coincidência. Magras vitórias apontam um ataque pobre, mas uma defesa de valor.

No último domingo, a festa começou no primeiro tempo porque o gol nasceu nele. O time teve mais tranquilidade pelo que o placar apresentava e porque a arquibancada não pressionava. Passou longe de encher os olhos, entretanto.

É óbvio que Zé Ricardo vai comandar o trabalho para gerar maior fluidez, para tentar diminuir o sufoco. O que será desafio a todos que assistem ao time jogar é entender que: por maior que venha a ser o avanço, ser pragmático é um modo de ser competitivo. Talvez às avessas do que foi o time de 2021.

Lance!
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