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Federer derrota Nishikori com facilidade e encara Djokovic na semifinal em Paris

Suíço enfrentará o sérvio pela 47ª vez no circuito profissional

2 nov 2018
22h38
atualizado às 22h56
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Pela 47.ª vez no circuito profissional, o fã de tênis poderá ver um duelo entre Roger Federer e Novak Djokovic. Nesta sexta-feira, horas depois de o sérvio bater o croata Marin Cilic, o suíço entrou em quadra contra o japonês Kei Nishikori e venceu com facilidade por 2 sets a 0 - com um duplo 6/4, em 1 hora e 19 minutos - para avançar às semifinais do Masters 1000 de Paris, na França.

No confronto direto, Federer tentará neste sábado diminuir a pequena vantagem que Djokovic tem de 24 vitórias contra 22. Nos últimos três encontros - inclusive a final do Masters 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos -, melhor para o sérvio, que na próxima semana deixará o posto de 2 do mundo para assumir a liderança do ranking da ATP, ultrapassando o espanhol Rafael Nadal. O suíço é o terceiro colocado na lista.

O momento de Federer na temporada, que será encerrada com o ATP Finals a partir do próximo dia 11, em Londres, é muito bom. Vindo da conquista do título no ATP 500 da Basileia, na Suíça, o ex-número 1 do mundo obteve nesta sexta-feira a sua sétima vitória seguida. Em Paris, corre atrás do 100.º título de sua carreira - já disputou 151 finais.

"Eu quero jogar bem. Vou tentar vencer, claro. Sei que ele (Djokovic) está em uma série incrível (21 vitórias seguidas), então será bem difícil", afirmou Federer, logo após derrotar Nishikori, ao comentar sobre a semifinal deste sábado. "Gosto de jogar neste tipo de piso (duro), em quadras cobertas. Assim venci em Roterdã e na Basileia".

Com a sua vitória sobre o rival japonês, mais dois tenistas garantiram vaga no ATP Finals, que reúne os oito melhores da temporada. Cilic e o austríaco Dominic Thiem se juntam aos próprios Federer e Djokovic, além de Nadal, do sul-africano Kevin Anderson e do alemão Alexander Zverev. O argentino Juan Martin del Potro tem pontuação suficiente para se classificar, mas deverá formalizar a sua desistência por conta de uma fratura no joelho. Assim, sua vaga deve ser herdada por Nishikori.

Estadão Conteúdo

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