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Falta de transparência da CBF faz Galo evitar árbitro de vídeo

6 fev 2018
13h41
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Um dos maiores debates dessa segunda-feira foi a negativa de parte dos clubes para inserir, no Campeonato Brasileiro, a inclusão dos árbitros de vídeo. Nos modos colocados, os clubes teriam de arcar com os custos, algo que fez vários declinarem contra a proposta. Pelo lado do Atlético-MG, a falta de transparência foi um dos pontos principais.

O Atlético-MG foi representado pelo seu vice-presidente e advogado Lásaro Cândido da Cunha, na reunião para definir, entre outras coisas, a questão do árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro.

Oficialmente, o Atlético comunicou a imprensa que "Atlético apresentou proposta para árbitro de vídeo com custos divididos entre clubes e CBF. Proposta não foi aceita. Abriu-se votação então com 100% dos custos para os clubes, Galo foi contra".

A Gazeta Esportiva apurou que o posicionamento do Galo foi contrário ao árbitro de vídeo neste Campeonato Brasileiro por diversos motivos. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não apresentou uma planilha clara de custos, tampouco mecanismos e formas de uso.

Além disso, também não ficou claro se teria ou não uma empresa para coordenar o árbitro de vídeo. A pouca transparência de como funcionará levou o clube a votar contra.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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