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De virada, Novak Djokovic bate Cilic e avança à semifinal em Paris

Sérvio ganha a 21ª partida seguida e está há praticamente três meses sem ser derrotado

2 nov 2018
19h17
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O sérvio Novak Djokovic teve muito trabalho nesta sexta-feira, mas quando a fase é boa tudo acaba dando certo. Atual número 2 do mundo, que voltará a ser líder na próxima semana, o tenista da Sérvia precisou mostrar o seu melhor tênis para ganhar de virada do croata Marin Cilic, sétimo do ranking, por 2 sets a 1 - com parciais de 4/6, 6/2 e 6/3, em 2 horas e 10 minutos - e avançar às semifinais do Masters 1000 de Paris, na França.

A vitória sobre Cilic é a 21.ª seguida de Djokovic na temporada. Ele não perde desde o Masters 1000 de Toronto, no Canadá, no início de agosto, quando foi superado pelo grego Stefanos Tsitsipas nas oitavas de final. Nesta sexta-feira, entretanto, foi encerrada uma série de 30 sets seguidos vencidos pelo sérvio. Desde a sua última derrota, foi campeão nos Masters 1000 de Cincinnati (Estados Unidos) e de Xangai (China) e no US Open.

Na carreira, Djokovic já faturou 72 títulos. Neste sábado, buscará a sua 104.ª final em torneios da ATP. Seu adversário sairá do vencedor do duelo entre o suíço Roger Federer e o japonês Kei Nishikori. O sérvio lidera o confronto direto contra os dois: 24 a 22 contra o tenista da Suíça e 15 a 2 contra o do Japão.

"Estou muito feliz de estar nas semifinais. Sei que posso jogar melhor. Em alguns momentos hoje (sexta-feira), estava jogando muito bem; mas em outros não tão bem. Então há coisas que preciso obviamente melhorar para o próximo jogo. E estou procurando fazer isso", disse Djokovic logo após a vitória, a 16.ª em 18 duelos contra Cilic no circuito profissional.

Em quadra, o tenista croata mostrou um bom jogo e incomodou bastante o sérvio. O problema para Cilic foi o alto número de erros não-forçados: 37 contra 19 do rival. "Foi um grande desafio. Estava com um break contra no terceiro set e o jogo poderia ter ido para qualquer lado. Venci, mas se não vencesse estaria do mesmo jeito satisfeito", completou Djokovic.

Estadão Conteúdo

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