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SporTV fecha novos acordos e adquire 116 jogos do Campeonato Brasileiro

Emissora carioca soma 272 partidas a partir dos novos contratos de TV assinados por Santos, Fortaleza, Coritiba, Juventude e Ceará

8 out 2021 17h44
| atualizado às 17h54
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O Grupo Globo comunicou nesta semana que entrou em acordo com Santos, Fortaleza, Coritiba, Juventude e Ceará sobre a assinatura de novos contratos de TV fechada para o Campeonato Brasileiro. O quinteto não faz mais parte dos planos da WarnerMedia, que optou por encerrar a parceria com estes clubes em 2022. Com os acordos selados, a emissora carioca adquiriu mais 116 partidas para o SporTV com os acordos selados, mesmo sem adotar a Lei do Mandate. A informação é do portal 'Uol'.

Santos é um dos clubes que assinaram o novo acordo (Foto: Divulgação/Santos)
Santos é um dos clubes que assinaram o novo acordo (Foto: Divulgação/Santos)
Foto: Lance!

A Globo entrou em ação depois da WarnerMedia informar a rescisão com sete clubes da série A do Brasileirão. Livres de contratos televisivos para a TV fechada, os times foram procurados individualmente pela emissora. Com exceção do quinteto citado, Palmeiras, Bahia e Athletico ainda não entraram em acordo com o Grupo Globo. Uma análise criteriosa dos clubes emperrou as negociações.

Dentro de valores, a TV fechada oferece uma bolada de até R$ 550 milhões. Desse número, 40% é dividido igualitariamente, outros 30% são distribuídos por posição, e 30% por número de aparições na TV.

Apesar do futuro incerto com Palmeiras, Bahia e Athletico, os novos acordos com Santos, Fortaleza, Coritiba, Juventude e Ceará aumentaram consideravelmente o número de transmissões do SporTV. Antes, a rede era dona de 156 partidas. Agora, a Globo tem direito a 272 jogos na TV fechada, de um total de 380 no Brasileirão.

Caso a emissora utilize a Lei do Mandante, o número de jogos poderia saltar para 323. As partidas em casa de Palmeiras, Bahia e Athletico estariam de fora do pacote. Contudo, a Globo não pretende se favorecer pela legislação por divergências sobre contratos antigos, que foram pauta de discussão no Congresso Nacional.

Lance!
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