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Volpi tenta evitar maldição que assombra contratações do São Paulo

11 jan 2020
08h18
atualizado às 08h18
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A contratação em efetivo do goleiro Thiago Volpi foi a principal notícia do São Paulo na janela de transferências. Emprestado pelo Querétaro em 2019, o camisa 23 se estabeleceu como titular e resolveu os problemas do clube do Morumbi na meta.

Se a compra do goleiro significou um alívio para o planejamento do clube para as próximas temporadas, uma maldição, que assombrou atletas que passaram por casos semelhantes dentro do Tricolor nos últimos anos, preocupa.

Volpi foi contratado em definitivo pelo São Paulo

Os dois casos de destaque são os do zagueiro Maicon e do volante Jucilei. Ambos chegaram por empréstimo, jogaram bem, se estabeleceram como titulares e contaram com pressão popular em prol de suas contratações em definitivo. Após suas compras, porém, os atletas não foram mais os mesmos.

O primeiro exemplo foi o de Maicon. O defensor foi emprestado pelo Porto no início 2016 e rapidamente caiu nas graças da torcida. O camisa 27 foi peça essencial na equipe de Patón Bauza que chegou às semifinais da Libertadores e acabou até pegando no gol, durante o último duelo da fase de grupos contra o Strongest, na Bolívia, após explusão de Denis.

As boas atuações renderam até o apelido de "God of Zaga", por conta da semelhança de Maicon com um personagem de video-game. O contrato do zagueiro, no entanto, terminava no meio do ano e o Tricolor acabou comprando o jogador por R$ 22 milhões mais 50% dos direitos de Lucão e Inácio.

Uma semana após a compra, o camisa 27 entrou em campo pelo jogo de ida das semifinais da Libertadores, contra o Atlético Nacional-COL, e acabou expulso. Maicon não teve mais o mesmo nível de desempenho do 1º semestre e foi vendido um ano depois, para o Galatasaray.

Já Jucilei, chegou via empréstimo do Shandong Luneng-CHI no início de 2017, como um dos reforços do time de Rogério Ceni. O volante se destacou apesar dos altos e baixos do time na temporada e acabou sendo comprado junto ao time chinês em dezembro, por R$ 1,4 milhão.

Em 2018, o desempenho do camisa 8 começou a cair e o volante foi aos poucos perdendo a titularidade para destaques das categorias de base, Liziero e Luan. Na última temporada, Jucilei chegou a jogar na final do Campeonato Paulista, mas foi afastado entre junho e novembro. Sem propostas, o volante foi reintegrado, mas teve poucas chances com Fernando Diniz.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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