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São Paulo: dirigente reúne elenco para encerrar divergência com Ceni

19 jul 2013
19h31
atualizado às 20h08
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Uma reunião com o elenco do São Paulo pôs - ou teve a intenção de pôr - fim à divergência entre Adalberto Baptista e o goleiro Rogério Ceni. A conversa do diretor de futebol com os atletas ocorreu nesta sexta-feira, antes do último treino para a partida contra o Cruzeiro, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro, na qual a equipe tentará findar uma série negativa de nove jogos sem vencer.

<p>Ceni fez duas declarações polêmicas após derrota para Corinthians</p>
Ceni fez duas declarações polêmicas após derrota para Corinthians
Foto: Bruno Santos / Terra

Adalberto havia criado polêmica ao responder declaração do camisa 1 de que o clube havia parado no tempo. O dirigente disse, na quinta-feira, que o jogador estava de cabeça quente, dentre outros motivos, porque ainda sente dores no pé direito e tem errado reposições de bola. Em tréplica, o capitão se defendeu e alegou estar recuperado, lembrando gol de falta marcado no domingo passado, contra o Vitória.

"Esse assunto foi resolvido lá dentro", disse o técnico Paulo Autuori, antes de, em outras palavras, pedir que atritos públicos sejam evitados, ainda mais em meio à crise que o time vive. "Você resolve assuntos respeitando três questões: onde, quando e com quem. Estamos em um momento difícil em termos de resultado, sou um cara que só entendo o trabalho, principalmente dentro do futebol, em harmonia. A gente está precisando de harmonia".

"O episódio aconteceu, é real, não dá para fechar. Mas muitas coisas que se falam são faladas sem sustentação. Acho que o assunto já foi resolvido, morreu. Já está completamente ultrapassado, até porque temos coisa muito pior, que é tentar derrotar o Cruzeiro", acrescentou o treinador, na véspera da partida contra o time mineiro.

Não bastassem os defeitos táticos e o mau momento do time, esse é o primeiro problema a ser contornado por Autuori em apenas uma semana de clube. Desde sua apresentação, porém, ele já havia entendido que teria um grande desafio pela frente ao suceder Ney Franco.

"Hoje em dia, quando se é técnico, além do trabalho de campo, você tem que fazer uma gestão de pessoas. Não é fácil, você tem que saber entender e respeitar a individualidade de cada um. As pessoas não podem e nem devem ser aquilo que os outros gostariam que fossem, mas aquilo que são. Com isso, consegue ter um grupo forte trabalhando com o mesmo objetivo", falou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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