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ANÁLISE: Empate com o lanterna confirma que São Paulo chegou ao seu limite com elenco pequeno

Rogério Ceni tem 20 jogadores para fazer sete jogos em 15 dias. Atuação contra o Juventude mostrou que o Tricolor, de fato, não pode poupar peças se quiser ter sucesso

27 jun 2022 - 06h13
(atualizado às 09h59)
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Depois da vitória redentora sobre o Palmeiras na quinta-feira (23), era esperado que o técnico Rogério Ceni fosse poupar peças no duelo deste domingo (27) contra o Juventude. Mas após o empate sem gols contra o lanterna, em pleno Morumbi, a torcida do São Paulo tem uma convicção: o elenco curto do Tricolor é o maior adversário da equipe na luta para ao menos seguir viva nas três competições que disputa.

Calleri era pra ser poupado. Não adiantou. Camisa 9 entrou para tentar salvar time (Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC)
Calleri era pra ser poupado. Não adiantou. Camisa 9 entrou para tentar salvar time (Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC)
Foto: Lance!

ATUAÇÕES

Para encarar os gaúchos, Ceni, enfim, cumpriu aquilo que vinha indicando há tempos e entrou em campo sem sete jogadores considerados titulares. O time não rendeu.

Ok, o torcedor mais crítico pode falar que o placar final reflete um dia para esquecer na história são-paulina... Juro, este escriba não está aqui para contrariar vocês. Mas é inegável que quando o treinador ao menos colocou em campo quatro nomes considerados essenciais, as coisas melhoraram. E muito.

A questão é: o São Paulo é um time com nove atletas no departamento médico. Ciente de que pelo menos quatro deles podem sequer atuar mais na temporada. E nesse contexto, de sobra de feira total, o Tricolor sabe que não pode pensar em coisas grandes na temporada sem ter Calleri, Nestor, Diego Costa e Igor Vinícius em campo.

Igor Vinícius! Garanto que muitos aí do outro lado tiveram esse tipo de reação. Mas convenhamos, o camisa 2 é um dos destaques. E, mais ainda, não tem reserva. Assim como Calleri. Assim como Diego Costa. Assim como Nestor.

Não precisamos citar nomes. Não precisamos criar polêmicas. Mas é inegável que o primeiro tempo no Morumbi evidenciou a falta de qualidade de algumas peças do plantel para defender o São Paulo. E o quanto algumas outras peças caíram de produção sem ter o quarteto fantástico ao seu lado.

Há necessidade do clube contratar na janela. Para o bem, para o mal. E para mostrar que luta por algo na temporada. Ou nenhuma retranca montada dentro do Morumbi como foi a do Juventude será furada. E mais atuações decepcionantes e vaias aparecerão.

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