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Última janela fecha, Santos não vende e prevê fim de ano difícil

1 out 2019
06h21
atualizado às 06h21
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A janela internacional de transferências decepcionou o Santos. O clube esperava fazer pelo menos uma grande venda. E, no fim das contas, só negociou jogadores da base - Kaique Rocha e Gustavo Cipriano para Sampdoria e Lazio, da Itália, respectivamente.

Santos não conseguiu negociar Cueva com o mercado árabe (Ivan Storti/SFC)
Santos não conseguiu negociar Cueva com o mercado árabe (Ivan Storti/SFC)
Foto: Gazeta Esportiva

Após as datas para países da Europa, a última esperança era o Emirados Árabes Unidos. O prazo se encerrou na segunda-feira. Cueva e Jean Mota foram procurados por clubes árabes, mas as tratativas não avançaram.

Com esse cenário, o Peixe está preocupado com as contas até o fim do ano. Há dinheiro previsto, como da Rede Globo. Em contrapartida, contas altas, como a última parcela de 5 milhões de euros (R$ 22,6 mi) do acordo com a Doyen Sports. E já há um mês de atraso no direito de imagem.

Para aliviar o caixa, o Santos cogita até vender algum atleta antes da janela de janeiro e pedir antecipação dos valores. O zagueiro Lucas Veríssimo e o atacante Yeferson Soteldo estão em alta no mercado. Fora isso, há jogadores sem espaço no elenco profissional e de alto custo, como Bryan Ruiz e Christian Cueva, os maiores salários do elenco - juntos, somam cerca mais de R$ 1 milhão por mês.

"A gastança acabou. Agora precisamos vender os excedentes. Vamos tentar vender ainda neste ano. Em negócios tudo pode acontecer", resumiu o presidente José Carlos Peres, em contato com a Gazeta Esportiva. 

A atual realidade financeira faz com que o Santos preveja investimento menor e corte de gastos em 2020, como disseram o presidente e também o superintendente de futebol Paulo Autuori. 

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