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Sánchez pede para Santos esquecer série de tropeços e focar em 'fim da fase ruim'

Uruguaio é reforço para a equipe alvinegra, que encara o Juventude, no domingo, pelo Campeonato Brasileiro

23 set 2021 18h15
| atualizado às 18h15
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O uruguaio Carlos Sánchez será reforço do Santos diante do Juventude, no domingo, pelo Brasileirão. O experiente meia está de volta ao time, recuperado de problema no tornozelo, e pronto para conduzi-lo à primeira vitória sob a direção de Fábio Carille. Confiante com os trabalhos da semana livre para treinos, ele pede para o time esquecer a dura série de nove jogos sem triunfos e focar apenas no retorno dos resultados positivos.

"Importante nos adaptarmos rápido à ideia e ao sistema que quer o Carille. Estaremos à disposição para fazermos o melhor de nós para que a fase ruim passe rápido e que encontremos os três pontos que estamos procurando há um tempo", afirmou o meia. "Com trabalho e dedicação, podemos fazer um grande jogo domingo. É um jogo muito importante, sem pensar no que já passou, mas sim em ganhar e jogar o jogo que o treinador pede."

Será em confronto direto contra o rebaixamento no Alfredo Jaconi, em Caxias. O Juventude é o primeiro time na faixa de queda e soma um ponto a menos que os paulistas, no 14º lugar. Desta maneira, ganhar significa a possibilidade de obter um respiro na classificação ao Santos.

"A energia positiva é importante, dessas crianças que vieram aqui (apoiar o time no treino) e das pessoas maiores que sentem vontade de tirar uma foto e demonstram carinho. Isso nos dá confiança e nos faz acreditar no que estamos fazendo. Temos muito a melhorar, mas queremos fazer grandes coisas para essa fase mudar rápido", garantiu.

Ausente diante do Ceará por causa do entorse no tornozelo, Sánchez não pôde acompanhar de perto a estreia do compatriota Velázquez. Agora, celebra a chance de poder atuar junto com o zagueiro.

"Já estivemos juntos na seleção do Uruguai e falei para ele que queria estar no jogo do Ceará, mas meu tornozelo não deixou, estava muito inchado. Que domingo joguemos juntos", previu. "É sempre um prazer jogar com um compatriota, ajudá-lo, pois chegou recentemente. Que ele se adapte rápido. E ajudar não só a ele, mas a todos, sempre à disposição do professor. Precisamos ganhar e se Deus quiser vamos fazer um grande jogo."

Estadão
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