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Representante de Diogo Vitor concorda com decisão do Santos: "Não foi falta de aviso"

20 mar 2020
18h24
atualizado às 18h24
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Diogo Vitor está livre no mercado

Willian Barile, um dos representantes de Diogo Vitor, concorda com a decisão do Santos de rescindir o contrato do meia-atacante por justa causa.

Diogo pediu liberação em dezembro para ver o filho nascer e não se reapresentou desde então - faltou sem justificativa, não cumpriu prazos e agora está livre no mercado.

"Não foi falta de aviso. Ele procurou, foi indisciplinado. Agora vai pagar por essa postura. Ele não deu valor para nada", disse Barile, à Gazeta Esportiva. 

Diogo Vitor segue em Minas Gerais com a namorada e o filho e não quis conversar com a reportagem. Seu estafe foi notificado pelo Peixe na última quarta-feira.

Diogo foi suspenso em exame antidoping ainda no Campeonato Paulista de 2018 e esteve um ano e meio afastado pelo uso de cocaína. Desde o retorno, o jovem de 23 anos alternou momentos de extrema dedicação, com perda rápida de peso, e de total indisciplina, como nos últimos meses.

Diogo Vitor recebia ajuda de custo e manutenção de aluguel do clube. O Santos tinha coparticipação na recuperação do atleta de acordo com as normas da CLT e da Justiça do Trabalho.

Diogo tinha contrato com o Santos até 16 de fevereiro de 2021 e sempre foi visto nas categorias de base como futuro craque.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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