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Presidente admite 'humilhação' no Santos: "Estou com chapéu na mão"

26 out 2020
20h02
atualizado às 20h02
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O presidente do Santos, Orlando Rollo, disse que não se importa de se "humilhar" para tentar melhorar a situação financeira durante esse período de transição.

O Peixe criou uma vaquinha virtual e mais de R$ 800 mil foram viabilizados pelo torcedor.

"Estou literalmente com chapéu na mão ligando para empresários santistas pedindo patrocínio, doação, ajuda para renegociar dívidas. Estou tentando salvar o Santos. Podem encarar como humilhação a vaquinha, mas é forma criativa de tentar trazer a torcida para nos ajudar. Estamos recorrendo a quem é pobre, classe média, rico, milionário. Pedi ajuda para um amigo empresário no primeiro dia e trouxe um patrocínio. Recorremos a todo mundo que possa nos ajudar. Santos não merece isso, é o maior clube do mundo, mas é a forma que encontramos", disse Rollo, na ESPN.

"Santos estava perto de perder seis pontos por causa da dívida com o Hamburgo. Se não fosse o empréstimo de 2 milhões de euros do Andrés Rueda, não conseguiríamos pagar. Não me importo de me humilhar, peço por favor. Pretendo entregar o Santos numa situação administrável, governável, sem restrição de processo na Fifa e penhora iminente", completou.

O Santos precisa pagar R$ 5 milhões, sem contar multa, juros e correção, ao Atlético Nacional (COL) por Felipe Aguilar, hoje no Athletico. Essa é a última pendência na Fifa após o acerto com o Huachipato (CHI). Anteriormente, o Peixe fez acordo com o Hamburgo (ALE).

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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