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Edu Dracena é apresentado como executivo do Santos: "Não fui convidado, fui convocado"

27 out 2021 16h44
| atualizado às 16h44
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Edu Dracena foi anunciado como novo executivo de futebol do Santos em entrevista coletiva virtual na tarde desta quarta-feira, na Vila Belmiro.

Ex-assessor especial do Palmeiras, Edu chega ao Peixe para chefiar o departamento de futebol. Ele recebeu carta branca do presidente Andres Rueda e demais membros do Comitê de Gestão. 

Além da chegada de Edu Dracena, o Alvinegro dispensou o executivo André Mazzuco e o gerente Jorge Andrade. As medidas foram tomadas com o objetivo de um "choque de gestão" contra o inédito rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

"Pode ter certeza que terão um cara totalmente integrado ao Santos para o clube cumprir seus objetivos, sempre protagonista e buscando títulos. Com sangue nos olhos e muita vontade de trabalhar. Junto com jogadores, torcida e diretoria, tenho certeza que o Santos chegará nos seus objetivos", disse Edu.

"Não fui convidado, fui convocado pelo presidente. E em uma convocação não dá para pular para trás. Quando fui convocado, achei em um primeiro momento… Não esperava. Mas me veio toda aquela história que tive no Santos. E a minha vida sempre foi feita e pautada em desafios. E esse será mais um. Farei meu melhor como sempre fiz. Podem esperar isso do Edu Dracena. Transparência, honestidade e muito trabalho", completou.

Edu comentou sobre sua experiência como dirigente dois anos após a aposentadoria.

"Me preparei ao longo da vida como atleta profissional. Não tenho a experiência do executivo que só viveu daquilo, eu vivi a bola, a grama, sei o que o jogador pensa. E tenho uma equipe para me auxiliar em alguns pontos que eu não souber e tiver alguma dúvida. Por isso temos um time aqui, não é só Edu Dracena ou presidente. É o Santos. Santos tem pessoas que fazem parte desse time. Quando parei de jogar, meu pensamento sempre foi essa área de executivo. Me preparei para ser, fiz curso da CBF Academy como executivo de futebol. Parei há dois anos e é pouco tempo, mas ninguém tem mais experiência do que eu tive jogando. Esse diálogo com jogadores e treinadores será importante", avaliou.

"Vou passar a minha experiência de 25 anos no futebol. Vou procurar tranquilidade e confiança, que o futebol é dinâmico e tudo pode mudar de um jogo para outro. Para readquirir confiança, é treinar, treinar e treinar. Nada resiste ao trabalho. Vou passar para eles a necessidade de ter uma identidade, com DNA ofensivo, pressionando os adversários principalmente na Vila, que é nosso alçapão", concluiu.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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