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Conmebol passa 'pente fino', e Santos vê protocolo "satisfatório" no Equador

24 set 2020
06h19
atualizado às 06h19
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Preocupado com o "surto" do novo coronavírus no Flamengo, o Santos redobrou o cuidado na viagem para o Equador. E vê o protocolo como "satisfatório" antes da partida contra o Delfín nesta quinta-feira, às 23h (de Brasília), no Estádio Jocay, na cidade de Manta, pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

Essa atenção aos protocolos contra o covid-19 até atrasou a saída do Rio de Janeiro em voo fretado - além do tempo ruim . O elenco foi avisado novamente sobre a necessidade do álcool e do uso da máscara. Todos os assentos e demais áreas do avião foram sanitizados.

Avião fretado pelo Santos (Foto: Reprodução/Sideral)
Avião fretado pelo Santos (Foto: Reprodução/Sideral)
Foto: Gazeta Esportiva

O boeing 737-500 comporta 55 pessoas na classe executiva. O Peixe decidiu fretar o voo para diminuir o desgaste da viagem. A Conmebol paga parte dos gastos com deslocamentos. Por fase, a confederação destina 200 mil dólares para despesas aéreas (R$ 1,1 milhão)

A viagem, incluindo parada para abastecimento em Manaus, durou cerca de 12 horas. Como o aeroporto é pequeno e com pouca tecnologia, houve novo atraso na saída até o hotel. O descanso de fato começou quase pela manhã.

O Santos ficou no Hotel Wyndham, em Manta. A Conmebol fez vistoria no local e higienizou cada quarto. Todas as instalações têm gerador de ozônio para ajudar a conter a covid-19.

Vale lembrar que o Peixe não teve novos casos positivos de coronavírus antes da viagem ao Equador. Anteriormente, Kaio Jorge, Raniel e Ivonei foram infectados - todos assintomáticos.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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