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Ponte Preta

Aranha defende Ponte de críticas, mas Sheik avisa: "Se bobear, vai sofrer"

9 ago 2017
22h42
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A Ponte Preta não aproveitou os dois jogos seguidos em casa como se esperava. Na noite dessa quarta, a Macaca, assim como ocorrera no fim de semana diante do Vasco, não passou de um 0 a 0 contra o Fluminense no Moisés Lucarelli. O segundo empate seguido irritou parte da torcida, que após o apito final demonstrou toda sua insatisfação.

O experiente goleiro Aranha até entendeu o descontentamento, mas fez questão de elogiar a postura da equipe em campo e ressaltou a dificuldade do clube em brigar de igual para igual no Campeonato Brasileiro com muito menos recursos financeiros que a maioria de seus adversários.

"Sinceramente, acho que a ponte fez dois belíssimos jogos. O time sofreu pouco, marcou muito bem e teve várias oportunidades de matar o jogo, de fazer o gol. Um ponto significa muita coisa nesse campeonato, a gente sabe o quanto que é difícil. O torcedor fica insatisfeito porque quer vencer sempre, mas a Ponte joga contra muita coisa desfavorável. Não adianta chegar aqui e achar que a Ponte vai jogar futebol de campeão", comentou o camisa 1 à Rádio CBN.

Emerson Sheik, por outro lado, se mostrou mais preocupado com a situação da Ponte Preta. Os campineiros ocupam a 14ª colocação na tabela de classificação, a quatro pontos da zona da degola.

"Óbvio que tem que melhorar, sabemos disso, o nosso dia a dia é essa busca para cada vez mais estar melhor, para crescer dentro da competição, mas vale lembrar que o turno virou agora. A nossa equipe está com 23 pontos e ainda assim está distante da zona (de rebaixamento). É se manter focado e continuar trabalhando", avaliou o ex-jogador do Corinthians, incomodado com alguns companheiros mais "fominhas" dentro de campo.

"Realmente a gente precisa achar um futebol melhor, mais convincente e, acima de tudo, vencer e somar pontos. A competição é extremamente difícil, se bobear, a gente vai sofrer", avisou.

Lucca, também questionado sobre a falta de companheirismo do ataque da Macaca em muitos lances que poderiam dar ao time o gol da vitória, preferiu contemporizar.

"Difícil achar um fator, chegar aqui e apontar. Não tem como dizer um fator específico. Não conseguimos colocar um ritmo forte e não conseguimos a vitória", minimizou. "Futebol é muito dinâmico, tem que pensar em segundos, às vezes a gente toma decisões erradas. É assim, não adianta crucificar um ou outro. Não vai adiantar nada apontar um. A equipe toda, em um contexto geral, não foi bem", concluiu o artilheiro da Ponte na temporada.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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