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O que Djokovic, Renato Gaúcho e Flamengo têm em comum?

Cada um à sua maneira, eles ignoraram ou ignoram a pandemia do coronavírus

24 jun 2020
07h17
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O presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, conseguiu arranhar a imagem do time mais popular do país. Depois de reunião com Bolsonaro, liderou a volta apressada do futebol no RJ, sem respeitar a tristeza de quem perdeu familiares e amigos durante a pandemia. Impressionante a falta de sensibilidade.

Djokovic durante etapa do Adria Tour em Belgrado, Sérvia
Djokovic durante etapa do Adria Tour em Belgrado, Sérvia
Foto: EPA / Ansa


Renato Gaúcho mostrou o quanto é egoísta. Afastado do Grêmio por fazer parte do grupo de risco, foi pegar uma praia em Ipanema e disse que não fez nada demais.

Djokovic desde o início pareceu não se importar com a pandemia do coronavírus. E quando teve a chance de organizar torneios na Sérvia e na Croácia não usou máscara, não respeitou o isolamento social e acabou sendo infectado.

Dos três personagens que vivem uma espécie de realidade virtual, pelo menos Djokovic se desculpou. Que tenha servido de lição e que não seja apenas a tentativa de diminuir o estrago que o episódio fez para sua imagem de ídolo.
 

 

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