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Flamengo, Crivella e Bolsonaro: um trio infernal

A torcida rubro-negra não merece uma diretoria como essa

21 set 2020
11h41
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Saudade do tempo em que ataque infernal era sinônimo de gols e grandes jogadas. Santos de Pelé, Botafogo de Garrincha, Flamengo de Zico, o Barcelona de pouco tempo atrás, o Bayern de Munique de agora.

Filipe Luis testou positivo para o coronavirus. Ele e mais cinco jogadores do Flamengo.
Filipe Luis testou positivo para o coronavirus. Ele e mais cinco jogadores do Flamengo.
Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Só que o trio infernal formado por Flamengo, Crivella e Bolsonaro é especialista em fazer gol contra. Ataca o bom senso, despreza a vida humana em busca de votos ou, no caso do Flamengo, para tentar faturar mais e mais.

Bolsonaro deu o pontapé inicial: pediu a volta da torcida aos estádios. No dia seguinte, Crivella captou a mensagem do guru e tratou de liberar o Maracanã para 20 mil torcedores. A jogada ensaiada terminou com a diretoria do Flamengo apoiando a medida.

O domingão estava quase terminando quando a realidade atravessou o samba do trio infernal. Seis jogadores do Flamengo foram infectados com coronavírus. Apesar do baque, o trio provavelmente não levará em conta esses casos de “gripezinha” para mudar de ideia.

Afinal, se eles desprezam os 137 mil mortos no país e o aumento de 30% na média dos casos de morte no Rio de Janeiro, por que se preocupariam com esse acidente de percurso no Flamengo?

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