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Palmeiras vai reencontrar ídolo, desafeto e ex-rivais diante do Cerro Porteño na Libertadores

Técnico da equipe paraguaia é Arce, histórico lateral-direito do Verdão campeão da Liberta em 1999. Marcelo Moreno, o goleiro Jean e Piris da Motta estão no elenco do adversário

28 mai 2022 07h26
| atualizado às 07h26
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Depois de garantir a melhor campanha da história da fase de grupos da Libertadores, o Palmeiras conheceu o seu primeiro adversário na fase de mata-mata da competição continental. Trata-se do Cerro Porteño-PAR, um oponente antigo, contra quem o Verdão já disputou oitavas de final em 2018. Por lá, os palmeirenses irão encontrar alguns velhos conhecidos: um ídolo, um desafeto e dois ex-rivais.

Arce é o atual técnico do Cerro e é ídolo do Palmeiras, com a Libertadores-1999 (Foto: Divulgação/Cerro Porteño)
Arce é o atual técnico do Cerro e é ídolo do Palmeiras, com a Libertadores-1999 (Foto: Divulgação/Cerro Porteño)
Foto: Lance!

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A primeira figura do Cerro que desponta aos olhos alviverdes é, sem dúvidas, o técnico. Nada mais, nada menos do que Francisco Javier Arce. Sim, ele mesmo, um dos maiores laterais-direitos da história do Palmeiras, que era peça fundamental do time que venceu a Libertadores-1999, a primeira conquistada pelos palestrinos.

O comandante está por lá desde janeiro de 2020 nesta passagem pelo Cerro. No Palmeiras, entre 1998 e 2002, Arce disputou 241 jogos e marcou 57 gols, além de conquistar a Copa do Brasil-1998, a Copa Mercosul-1998, o Torneio Rio-São Paulo-2000 e a Copa dos Campeões-2000, sem contar a Libertadores de 1999, já citada.

No Cerro Porteño, o técnico paraguaio comanda alguns jogadores conhecidos do torcedor brasileiro, especialmente do torcedor palmeirense. O principal deles talvez seja o atacante Marcelo Moreno, ex-Cruzeiro e Grêmio, que atua pela seleção boliviana e que acabou se tornando para sempre um desafeto no Palestra Itália.

Em 2013, quando o Palmeiras estava na Série B do Brasileirão, o clube negociou Barcos com o Tricolor gaúcho e receberia em troca cinco jogadores, sendo um deles Moreno. No entanto, o boliviano não quis essa mudança. Na época, em entrevista para a Rádio Bradesco Esportes FM, seu pai, Mauro Moreno, detonou o Alviverde, dizendo ser um clube de "segunda ou terceira divisão".

- Ele tem de jogar numa equipe maior que o Grêmio, não menor. Fui jogador de futebol por 16 anos, e meu filho tem de subir na carreira. O Flamengo estava louco atrás dele, e agora está o Palmeiras. Tudo equipe fracassada. O Palmeiras hoje é uma equipe de Segunda, Terceira Divisão. Não está com nada. Eles não têm dinheiro e jogador, e o que tem é tudo jogador fracassado. Não quero que meu filho vá para lá ser um fracassado também - afirmou o progenitor de Moreno.

Além dele, há jogadores que são velhos conhecidos, mas apenas por motivos de rivalidade. É o caso do goleiro Jean, que era do São Paulo e foi negociado com o Cerro Porteño-PAR em 2021. Outro ex-são-paulino é Antonio Galeano, que estava emprestado ao Tricolor pelo Rubio Ñu, mas não foi comprado em definitivo e agora defende outro clube no Paraguai. Ele foi campeão paulista em cima do Verdão.

Também há no elenco do Cerro um ex-rival nacional: Piris da Motta, que atuou no Flamengo entre 2018 e 2021, tendo sido negociado com os paraguaios no início de 2022. Nessa passagem pela Gávea, o volante acabou sendo vice do Palmeiras em duas oportunidades: no Brasileirão-2018 e na Libertadores-2021, nos ápices da rivalidade.

Até os dois jogos, porém, ainda muita coisa para acontecer, já que eles estão marcados para o fim de junho e o início de julho, ou seja, praticamente um mês. Certo mesmo é que o Verdão vai encontrar um adversário com muitos elementos conhecidos dentro de campo.

Lance!
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