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Moisés defende Egídio por falha em penal: "Foi homem pra caramba"

10 ago 2017
18h30
atualizado às 21h03
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O meio-campista Moisés foi o escolhido para conceder entrevista coletiva após o treinamento desta quinta-feira, um dia depois da queda nos pênaltis diante do Barcelona de Guaiaquil pelas oitavas de final da Copa da Libertadores. Destaque palmeirense na partida, o camisa 10 tratou de defender o companheiro Egídio.

Moisés marcou o gol do Palmeiras no tempo normal e ainda converteu sua cobrança de pênalti. Diferentemente de Bruno Henrique e Egídio. O lateral esquerdo, já amplamente contestado pela torcida, desperdiçou a primeira cobrança alternada e foi insultado pelo público assim que a disputa terminou.

"O Egídio fez um grande jogo, entendo que um dos melhores pelo Palmeiras. Ele não estava entre os cinco batedores e nossa ideia era fechar comigo, mas acabou passando disso. O Egídio foi homem pra caramba. Teve coragem e personalidade para bater. Estamos todos juntos. Não tem Moisés herói nem Egídio vilão", afirmou o meio-campista.

Ao defender Egídio, sem citar nomes, o técnico Cuca esclareceu que alguns jogadores preferiram não bater. Questionado sobre a ausência do centroavante Deyverson entre os cobradores, Moisés também adotou postura diplomática e defendeu o recém-chegado.

"Prefiro o jogador honesto e que fala o que sente. Se não estava bem para bater, foi homem pra caramba de assumir. É melhor falar do que ir com medo e, de repente, não dar o melhor. Infelizmente, nossos quatro batedores não estavam em campo: Jean, Dudu, Roger Guedes e Borja. Isso pesou também", lamentou Moisés.

No momento em que os insultos contra Egídio começaram, alguns jogadores pediram para a torcida parar, entre eles Moisés. O camisa 10 elogiou os palmeirenses pelo apoio durante a partida contra o adversário equatoriano, mas voltou a defender o lateral esquerdo.

"Entendemos perfeitamente a cobrança no final. Só peço que não individualizem, porque o Egídio nos ajudou muito. Todos fizeram o melhor e não é o momento de caçar um culpado. Podem gostar ou não do Egídio e de outros jogadores, mas peço que apoiem ou pelo menos não vaiem durante as partidas, porque isso prejudica o próprio time", afirmou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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