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Leila Pereira fala sobre política no Palmeiras e defende mundial de 1951

12 jan 2021
09h23
atualizado às 09h23
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Presidente da Crefisa, conselheira e influente nos bastidores do Palmeiras, Leila Pereira falou na véspera do confronto entre Palmeiras e River Plate, pela semifinal da Copa Libertadores - em participação no programa Arena SBT.

De olho no futuro e traçando planos políticos no Verdão, Leila comentou sobre o polêmico título mundial de 1951 da equipe alviverde, sua concorrência com o ex-cartola Paulo Nobre e a vontade de ser presidente do clube.

"Nós somos campeões mundiais, sim. Nós fomos os primeiros a conquistar. Não vem com esse papo bobo. O que vocês pensam não importa para nós palmeirenses", respondeu para o ídolo da equipe rival, Corinthians, Emerson Sheik.

Questionada sobre a relação com Paulo Nobre: "Meu objetivo hoje é ser reeleita conselheira do Palmeiras. Conseguindo isso, que vou ficar extremamente feliz, e aí é outro papo. E esse problema com o Paulo, se ele vai ser candidato ou não para conselheiro, é completamente insignificante pra mim. Ele sendo ou não, eu sigo sendo candidata. Cria-se uma polêmica entre mim e esse ex-presidente que é completamente injustificada. Sigo meus objetivos independentemente do meu concorrente. Não tenho medo de ninguém. Eu olho para frente, não para trás."

Entrando na questão política do clube, Leila fechou falando sobre a ambição de ser presidente do clube: "Sou candidatíssima à eleição do conselho deliberativo no dia 6 de fevereiro. É muito cedo para falar sobre candidatura para presidente. Hoje eu não posso ser. Eu preciso ser reeleita conselheira primeiro, e é para isso que estou trabalhando bastante. Sou presente no clube social, parceira do nosso presidente. Não sou diretora, sou uma conselheira, e gostaria muito de ser reeleita. Depois é outra história.", concluiu.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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