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Márquez se diz "longe do ideal", mas afirma que objetivo "não é ser a melhor Honda" do grid

Marc Márquez terminou o GP de Portugal em sexto, abaixo do esperado depois do bom ritmo apresentado pelo piloto nos treinos livres com a Honda em Portimão

26 abr 2022 12h04
| atualizado às 12h13
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Foto: Red Bull Content Pool / Grande Prêmio

O domínio da Honda nos dois primeiros treinos livres para o GP de Portugal, realizado no último domingo, trouxe muita expectativa em torno de Marc Márquez. Mesmo partindo apenas em nono no grid, o hexacampeão era tido como um dos candidatos à vitória, mas reconheceu que vai demorar um pouco até que isso aconteça novamente por não estar "num bom momento".

Márquez cruzou a linha de chegada em sexto, a 16s do vencedor Fabio Quartararo e travando uma batalha "caseira" contra o irmão Alex, também de Honda, que foi sétimo colocado. Ele contou que até fez uma boa largada, mas não teve velocidade suficiente para forçar o ritmo, buscando, então, fazer o seu melhor.

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Marc Márquez reconheceu que, no momento, não há como lutar por vitórias
Marc Márquez reconheceu que, no momento, não há como lutar por vitórias
Foto: Gold & Goose/Red Bull Content Pool / Grande Prêmio

"Não estamos prontos para lutar pela vitória", admitiu o espanhol. "Para a corrida, fizemos uma pequena alteração na moto que me ajudou, mas não o suficiente, tanto que estava desconfortável desde as primeiras voltas", explicou.

"Terminamos 16 segundos atrás do líder. Sim, você pode perder três, quatro segundos nas primeiras voltas. Mas não tive velocidade para recuperar posições. Não é o lugar que gostaríamos de terminar, mas foi assim", acrescentou o piloto.

Ao ser questionado sobre qual seria a causa específica do resultado abaixo do esperado, se a moto da Honda ou a sua própria forma, Márquez disse que era o conjunto. "Quando você está no seu bom momento, tudo funciona. Mas obviamente não estou nele, então preciso da ajuda da moto."

"Eu tento tirar 100% da moto, só que estava lá brigando contra as outras Hondas. E meu objetivo não é ser a primeira Honda. Meu objetivo é lutar pelas primeiras posições, mas isso ainda não está do jeito certo. Além disso, foi um fim de semana sem muitos testes, mas ninguém testou. Isso não é desculpa", salientou.

Em 11º na classificação geral, a 38 pontos dos líderes Quartararo e Álex Rins, o dono da moto #93 admitiu não saber quando que essa distância vai ser derrubada em termos de performance, mas que segue trabalhando em busca de "ser cada vez melhor".

"É claro que você pode ver que estou com um estilo de pilotagem completamente diferente dos últimos anos. Mas, no momento, é a melhor forma de pilotar essa moto", concluiu.

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