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Honda lamenta morte e agradece Gresini por anos como "piloto, parceiro e competidor"

A fábrica japonesa exaltou os feitos do italiano no Mundial de Motovelocidade tanto como piloto quanto como chefe de equipe

23 fev 2021
12h23
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Gresini teve longa carreira no Mundial
Gresini teve longa carreira no Mundial
Foto: Honda / Grande Prêmio

A Honda se juntou às inúmeras homenagens feitas a Fausto Gresini, que morreu nesta terça-feira (23), vítima da Covid-19. A HRC exaltou a carreira do ex-piloto e dirigente e agradeceu os tantos anos de parceria firmados no Mundial de Motovelocidade.

O italiano foi admitido no hospital em 27 de dezembro após ter testado positivo para o novo coronavírus. Durante quase dois meses lutou contra a doença, mas acabou perdendo a batalha e deixando o paddock do Mundial em luto.

Gresini teve longa passagem pela categoria das duas rodas. Sua entrada aconteceu como piloto disputando as 125cc e quando conseguiu dois títulos. Mais tarde, tomou a decisão de chefiar equipes, com times na MotoGP, Moto2, Moto3 e MotoE.

A Honda exaltou a parceria de anos com Gresini
A Honda exaltou a parceria de anos com Gresini
Foto: Honda / Grande Prêmio

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Em ambas empreitadas, contou com o apoio da Honda. Primeiro, defendeu a fábrica japonesa entre 1990 e 1994, conseguindo três vitórias e dois vice-campeonatos. Anos depois, se tornou chefe da equipe satélite da Honda e trabalhou com nomes como Alex Barros, Daijiro Kato, Colin Edwards e Marco Simoncelli.

"A HRC está profundamente triste em saber da morte de Fausto Gresini aos 60 anos, um homem que alcançou ótimas conquistas como piloto e como chefe de equipe", começou o teste divulgado pela marca japonesa.

"Gostaríamos de agradecer Fausto pelos anos de colaboração como piloto, chefe de equipe, parceiro e como competidor", encerrou a homenagem.

Gresini recebeu diversas homenagens dos mais diferentes nomes da motovelocidade. Equipes do grid, pilotos como Joan Mir, Jorge Martín, Marc Márquez e Enea Bastianini se manifestaram, assim como a MotoGP e Dorna, promotora do Mundial, que exaltaram a carreira do dirigente e relembraram uma entrevista de 2017. Carmelo Ezpeleta, chefão da categoria, lamentou a perda do amigo.

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