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Equipe desmente informação de morte de Fausto Gresini e confirma condição crítica

Fausto Gresini segue em estado crítico, mas ainda vivo e internado no Hospital Maggiore. A equipe do dirigente tratou de desmentir o boato da morte por coronavírus

22 fev 2021
19h35
atualizado às 20h06
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MotoGP Fausto Gresini
MotoGP Fausto Gresini
Foto: Grande Prêmio

Fausto Gresini, ex-piloto e chefe de Aprilia na MotoGP, segue lutando contra a Covid-19. Ao contrário do divulgado por veículos de comunicação na noite desta segunda-feira (22), o dirigente segue vivo, apesar de quadro considerado crítico.

"Apesar das notícias que circulam, Fausto continua conosco, embora em condições extremamente críticas", informou a equipe de Fausto por meio de um pequeno comunicado nas redes sociais.

Filho de Fausto, Lorenzo Gresini também usou as redes sociais para negar a informação sobre a morte do pai. "Hoje não é o dia dele", escreveu. "O estado dele é muito sério, mas ainda está entre nós."

A condição é, em outras palavras, essencialmente a mesma da descrita no último comunicado do Hospital Maggiore, em Bolonha. O relato é de que Gresini está com quadro crítico e órgãos com funcionamento comprometido.

Gresini chegou a melhorar no começo de fevereiro, o que levou a equipe médica até mesmo a considerar a saída da UTI do Hospital Maggiore, na cidade italiana de Bolonha. Em questão de dias, tudo mudou e os prognósticos voltaram a ser dos piores.

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Fausto Gresini (Foto: Gresini)

Gresini foi diagnosticado com Covid-19 no fim de dezembro, mais precisamente no último dia 27, há quase um mês. Inicialmente, o chefe da Aprilia foi internado no Hospital Santa Maria della Scaletta, em Ímola, mas depois, com o agravamento do seu estado de saúde, foi transferido para Bolonha, onde segue internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Maggiore Carlo Alberto Pizzardi.

Gresini é figurinha carimbada no Mundial de Motovelocidade desde os anos 1980. Como piloto, disputou 12 temporadas da classe de 125cc, sendo bicampeão após conquistas em 1985 e 1987. Após a aposentadoria como piloto, a carreira como dirigente reservou novos sucessos. Através da Aprilia, foi campeão das 250cc em 2001 e 2010, respectivamente com Daijiro Kato e Toni Elías. Mais recentemente, ajudou Jorge Martín a triunfar na Moto3 em 2018.

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