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Rede de farmácias Cumani investe no esporte como ferramenta de transformação social

28 out 2021 09h15
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"O esporte é uma conexão de disciplina, educação e define o destino de muitas crianças, adolescentes e jovens no Brasil". Este depoimento é do empresário Joel Cumani, dono da rede farmacêutica Cumani, que vem investindo regularmente no esporte, incluindo a luta, como ferramenta de transformação social.

Joel Cumani, CEO da Rede (Foto: divulgação)
Joel Cumani, CEO da Rede (Foto: divulgação)
Foto: Lance!

Ex-jogador de futebol, Joel conhece muito bem o papel que o esporte exerce na sociedade. Com passagem pelas categorias de base do Fluminense, o hoje empresário investe firme em projetos ligados ao setor. No futebol, ele patrocinou o time do Madureira e o Campeonato Brasileiro. Na luta, é apoiador do atleta de parajiu-jitsu Robson Thuler.

"O Brasil é um grande celeiro de talentos do esporte. E quando se fala em esporte, logo pensamos em projetos sociais, já que muitos dos nossos campeões, seja em qual modalidade for, saíram de comunidades; ou seja, receberam uma oportunidade, e esse é o papel da Cumani: gerar oportunidade através do esporte", garante o empresário.

De acordo com Joel Cumani, a projeção do departamento social de sua empresa é levar ao máximo de comunidades cariocas o apoio a projetos sociais que geram os benefícios do esporte a crianças e adolescentes e, depois de formar cidadãos, descobrir potenciais talentos que possam vir a representar o Brasil mundo afora.

"Temos projetos em andamento em muitos lugares carentes, onde conseguimos enxergar, além de jovens talentosos, vidas que necessitam de apenas uma oportunidade para serem transformadas. O que muitos jovens precisam é de pessoas que parem de julgar e comecem a ajudar, e esta é a nossa premissa", comenta Joel Cumani.

Citado no início desta matéria, o atleta de parajiu-jitsu Robson Thuller, filho do ex-jogador de futebol Abedi, que teve passagens por Botafogo, Cruzeiro e Vasco, é apenas um dos símbolos do projeto esportivo da Cumani, que visa apoiar também os esportes adaptados além do período das paralimpíadas.

"O Robinho faz muito mais por nós, do que nós por ele. Infelizmente, a maioria só se lembra dos paratletas quando tem eventos como paralimpíadas ou parapan-americano. Talvez não consigamos mudar o mundo, mas o desejo é que, através das nossas ações, consigamos construir um legado que traga benefícios a esse importante setor esportivo", sonha.

Lance!
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