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Rafa Silva comemora ‘alto nível’ uma década após ouro e projeta LA-28 como última Olimpíada

Judoca vai lutar na terceira edição do Spaten Fight Night em São Paulo

22 mai 2026 - 07h10
(atualizado em 24/5/2026 às 04h59)
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'Los Angeles-2028 provavelmente será a última Olimpíada’, diz Rafaela Silva:

Rafaela Silva, de 34 anos, comemora em 2026 a marca de uma década da conquista do ouro olímpico nos Jogos do Rio-2016. Embora ainda mantenha o alto nível no tatame, a judoca vive os meses finais para aquela que deve ser a última Olimpíada de sua carreira, em Los Angeles-2028.

“As pessoas dizem que estou igual a vinho, quanto mais velha, melhor. Me perguntam qual é o segredo, eu falo que não tem segredo. É só trabalho, foco no meu objetivo. Enquanto estiver conseguindo desempenhar da melhor maneira possível, vou estar dentro do tatame. Não sei quando será a minha aposentadoria, mas, em relação à Olimpíada, 2028 provavelmente será a última”, conta ao Terra

Apesar de projetar Los Angeles como sua última participação olímpica, Rafa deixa claro que ainda não sabe quando vai se aposentar e, inclusive, migrou recentemente para a categoria até 63 kg. 

Em agosto, ela terá um desafio inédito na categoria. Na terceira edição do Spaten Fight Night, a judoca vai enfrentar Prisca Awiti no dia 29 de agosto, no Estádio do Pacaembu. A mexicana foi medalha de prata em Paris-2024.

Com a expectativa de lutar em casa e com o apoio do público, Rafa sabe que a luta pode ser importante também visando o pódio do Campeonato Mundial e dos Jogos Olímpicos.

“É um momento também que eu uso para poder estudar as adversárias, visando medalha no Campeonato Mundial, nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Com certeza vai ser um momento muito bom para mim, de poder segurar no quimono de uma atleta que já tem um nome dentro dessa nova categoria”, analisa.

Quando chegar perto da luta, porém, a campeã olímpica estará com o foco totalmente direcionado para a mexicana, sem qualquer pensamento no futuro. O pensamento no ‘agora’ é motivado principalmente pela idade.

“No momento que me encontro, hoje tenho 34 anos, não tenho 15 para ficar visando o ciclo olímpico de 28, de 32. Hoje entro no tatame e vivo como se fosse a minha última competição. Depois da Olimpíada do Rio, fiquei focada em defender o meu título em Tóquio e nem para a Olimpíada fui. Hoje não tento pensar o que vai acontecer daqui a dois anos, eu penso em focar na minha próxima competição, na minha próxima luta, porque a gente vive um esporte de alto rendimento e, infelizmente, tudo pode acontecer, a gente pode ter uma lesão também”, explica.

Em suas lutas, a judoca também carrega uma superstição musical: “Meu fone é bem louco, toca de tudo um pouco. Mas, normalmente, quando vou pra competição, tenho uma playlist que separei algumas músicas que ouvi durante a semana, durante a preparação para competição e vou lembrando algumas coisas, vai dando alguns gatilhos. Vou passando, passando e aquela batida que me tocou naquele momento é que eu escuto até o final da competição”, completa.

Fonte: Portal Terra
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