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R$ 17 mi da Globo dá respiro a novo presidente do São Paulo

28 out 2015
07h14 atualizado às 11h49
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07h14 atualizado às 11h49
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Eleito presidente do São Paulo na última terça-feira, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, ganhou um respiro financeiro pelo menos para os próximos dias. Isso porque o caixa do clube foi melhorado recentemente com a entrada de R$ 17 milhões oriundos de contrato com a TV Globo pelos direitos de transmissão do Campeonato Paulista. A verba entrou na última semana.

A grana vem em boa hora, já que o clube atravessa grave crise financeira, sendo que aliviá-la será um dos maiores desafios da gestão de Leco até abril de 2017. Para se ter uma ideia, uma previsão mais pessimista apontava que o clube não teria como honrar alguns compromissos nesse mês de novembro. Havia, inclusive, a possibilidade de atrasar novamente os salários dos atletas, como já aconteceu diversas vezes este ano, ainda sob a gestão de Carlos Miguel Aidar.

Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, é o novo presidente do São Paulo
Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, é o novo presidente do São Paulo
Foto: Maurício Rummens/Fotoarena / L!Press

O São Paulo sofre hoje com uma dívida bancária na casa de R$ 150 milhões, que, por mês, gera gastos de cerca de R$ 8 milhões entre juros e amortizações. A folha salarial do elenco também bate na casa dos R$ 6 milhões. Incluindo os débitos fiscais, a dívida do clube está avaliada em torno de R$ 270 milhões em último apontamento.

Para estancar essa sangria, Leco conta com a atuação do CEO Alexandre Bourgeois, que voltou ao clube após ser demitido por Aidar, e a consultoria do empresário Abilio Diniz, responsável pela indicação do executivo. Diniz já se dispôs a pagar uma auditoria, a PwC, para analisar a dívida completa e os contratos do clube, e não descarta ajudar financeiramente num fundo, que deve ser criado pelo CEO em breve.

 

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