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Um pouco de Jair, um pouco de Felipe: o Botafogo vai tentar atacar melhor

Time sabe que os méritos defensivos do trabalho anterior não podem ser esquecidos, mas trabalha para ampliar o repertório de jogadas. Jogadores elogiam o novo comandante

14 jan 2018
08h05
atualizado às 08h05
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Tão óbvios quanto os pontos fortes do Botafogo do ano passado eram os pontos fracos, as valências que precisam ser ajustadas para o sucesso, esse ano, ser alcançado. Enquanto o time de Jair Ventura mostrava pegada na marcação, a equipe que o novo treinador, Felipe Conceição, colocará em campo precisará ter um ataque muito mais criativo. E os jogadores remanescentes de 2017 não dizem abertamente, mas é nítido que o necessário parece estar sendo feito, e agradando.

O Botafogo de Felipe Conceição sabe no que tem que ser diferente do de Jair Ventura (Vitor Silva/SSPress/Botafogo)
O Botafogo de Felipe Conceição sabe no que tem que ser diferente do de Jair Ventura (Vitor Silva/SSPress/Botafogo)
Foto: Lance!

- Não digo muitos (ajustes). Pegamos o que fizemos de bom no ano passado e acrescentando algo a mais. Outras jogadas, outras dinâmicas - afirma Arnaldo.

Mais do que o lateral titular e mais do que a maioria dos outros jogadores, Matheus Fernandes, um dos mais jovens do elenco, tem propriedade para falar do técnico. Felipe foi comandante do volante nas divisões de base alvinegras. E, de acordo com o atleta de 19 anos, a torcida pode esperar uma equipe com força ofensiva.

- Mais nos direcionamentos. Ele procura não mudar muito, mas acrescentar. Vai ser uma equipe bem competitiva e que chega bem na frente - garante Matheus.

De fato, as contratações feitas também indicam a necessidade de ser mais ofensivo. Já chegaram um meia central e três pontas. Nem todos vão jogar já terça-feira, quando veremos se a pré-temporada surtiu efeito.

- Se eu falar... terça-feira acho que vocês vão ver. Mas é sempre para bom - brincou Arnaldo sobre as mudanças.

CIENTE

Felipe Conceição não foi escolhido apenas por ser o auxiliar. O Alvinegro espera entrar numa era de frequente utilização de jogadores das divisões de base - a partir também da inauguração do centro de treinamentos já adquirido - e o técnico que já foi da categoria sub-15 se encaixa nesse perfil. Quando apresentado, pareceu saber o que precisaria fazer.

- Temos que respeitar o que vem sendo feito. Faço questão de frisar o que fizemos com Jair e Ricardo Gomes. Tenho minhas convicções, mas vamos buscar evoluir - afirmou à época, antes de completar:

- Acho que, quando construímos um modelo de jogo, levamos em conta características dos jogadores. Ideias praticadas desde 2015 vão ser praticadas agora também, e vamos respeitar o momento da equipe. Em relação à ofensividade, precisamos de equilíbrio. Não podemos atacar sem equilíbrio defensivo. Equilíbrio e performance muito altos são os nossos objetivos - cravou o comandante.

Lance!

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