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Procuradoria dos EUA não irá acusar CR7 em suposto estupro

Órgão de Nevada, onde ocorreu o suposto crime, emitiu comunicado afirmando não haver provas concretas das acusações

22 jul 2019
17h12
atualizado às 17h31
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Pivô de um suposto caso de estupro em 2009 em Las Vegas, nos Estados Unidos, o português Cristiano Ronaldo não será acusado criminalmente pelo condado de Clark, estado norte-americano. O documento apresentado pela procuradoria foi apresentado nesta terça-feira e explica a decisão.

"Com base numa reavaliação da informação apresentada a esta data, as alegações de agressão sexual contra Cristiano Ronaldo não podem ser provadas para além de dúvida razoável. Por esse motivo, não será apresentada uma acusação", traz a nota oficial.

Suposto caso de estupro teria acontecido em 2009 em um hotel de Las Vegas (Foto: AFP)
Suposto caso de estupro teria acontecido em 2009 em um hotel de Las Vegas (Foto: AFP)
Foto: LANCE!

"Provas em vídeo, mostrando as interações entre a vítima e o agressor antes e após o alegado crime, se perderam. Durante um período de oito anos, a polícia não ouviu nada mais da vítima sobre o crime ou o agressor. E a investigação criminal foi encerrada", explica outro trecho.

A americana Kathryn Mayorga apresentou a denúncia contra Cristiano ao Condado de Clark. No processo, a estadunidense afirma ter se encontrado com o português no dia 12 de junho de 2009 após um convite do jogador para ir à cobertura do hotel onde CR7 estava hospedado.

A mulher afirmou que o atleta a levou para o quatro e a estuprou. Ela ainda afirma que Cristiano ofereceu US$ 375 mil para mantê-la em silêncio.

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