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Polícia Civil de MG indicia Wagner Pires de Sá, Itair Machado, Sérgio Nonato e quatro empresários

A corporação emitiu nota sobre as conclusões das investigações no Cruzeiro, envolvendo os ex-dirigentes que comandavam o clube até 2019

10 ago 2020
19h13
atualizado às 20h55
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A Polícia Civil de Minas Gerais(PCMG) informou que concluiu nesta segunda-feira, 10 de agosto, a investigação que fazia de ex-dirigentes do Cruzeiro, que teriam práticas criminosas.

Wagner e Itair estão entre os principais investigados de crimes praticados enquanto geriam o Cruzeiro-(Vinnicius Silva/Cruzeiro)
Wagner e Itair estão entre os principais investigados de crimes praticados enquanto geriam o Cruzeiro-(Vinnicius Silva/Cruzeiro)
Foto: Lance!

Wagner Pires de Sá, Itair Machado, Sérgio Nonato e, segundo o Globoesporte.com, mais quatro empresários que eram ligados ao clube - Carlinhos Sabiá, João Ramalho (João da Umbro), Wagner Cruz e Cristiano Richard - foram indiciados por irregularidades na administração de 2018 a 2019 na Operação "Primeiro Tempo". O inquérito será encaminhado ao Ministério Público de Minas Gerais, que ficará responsável por denunciar os investigados pela polícia.

A Polícia Civil emitiu nota comunicando que os três ex-dirigentes do e os quatro empresários responderão pelos crimes de apropriação indébita, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

-A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) confirma a conclusão do Inquérito que investigou irregularidades cometidas por administradores do Cruzeiro Esporte Clube. O procedimento foi encaminhado ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).Três ex-dirigentes do clube e quatro empresários - três atuavam no futebol e um no ramo de Equipamento de Proteção Individual (EPI) - foram indiciados por apropriação indébita, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro-, dizia a nota da Polícia Civil.

A polícia mineira, o Ministério Público de Minas Gerais(MPMG) e a Polícia Federal investigaram irregularidades financeiras no clube como lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, uso de empresas de fachada em operações financeiras e quebra de regras e da lei sobre a negociação de direitos econômicos de jogadores incluindo um jovem de 12 anos, o que é proibido pela lei brasileira.

Desde o dia 26 de maio de 2019, quando surgiram as denúncias, que o Cruzeiro vem sofrendo com uma crise institucional com a divulgação das supostas práticas criminosas de seus dirigentes.

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