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Palmeiras evita caça às bruxas após a Liberta e 'segue a vida' no Brasileiro

Clube quer dar sequência ao projeto, que provavelmente não renderá títulos em 2017. Sem mudanças, até os jogadores criticados na eliminação receberam a proteção de Cuca

13 ago 2017
07h07
atualizado às 07h07
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A Libertadores era o grande sonho do Palmeiras, mas o time acabou eliminado precocemente, em casa, para o Barcelona (ECU). Apesar da frustrante queda nas oitavas de final, o clube evitou fazer uma caça às bruxas. A vida segue, agora no Brasileiro, torneio pelo qual o Verdão visita o Vasco, neste domingo, às 16h, em Volta Redonda (RJ).

Questionado pelo investimento que não deve render títulos no ano, Alexandre Mattos foi colocado pelo presidente Maurício Galiotte como seu homem de confiança; assim, não sairá. O mesmo a princípio vale para Cuca, que depois de quase três meses de trabalho ainda não fez o time engrenar. Diretor e técnico têm contratos até dezembro de 2018, e a intenção é de que ambos os cumpram até o fim.

Até os jogadores criticados na quarta receberam respaldo. Egídio, que errou o último pênalti, e Deyverson, que nem cobrou, ouviram palavras de apoio de Cuca. O técnico, inclusive, deve escalar neste domingo a base do time eliminado, exceto pelos machucados Jailson, Mina e Dudu.

- O Egídio bateu o sexto pênalti porque eu determinei, ele treinou bem. O Deyverson, quando eu questionei, falou que estava com câimbra nos posteriores. Ele não se negou a bater. Se ele não está em condição ideal, não vai bater. Se tem um responsável por ele não bater, sou eu. Se eu pusesse no papel, ele iria bater. Briguem comigo, não com ele. Não tem culpa de nada - disse o treinador.

Nos dois treinos seguintes à eliminação, Galiotte estava junto do elenco na Academia de Futebol, algo pouco frequente no ano. A mensagem que a diretoria quer passar é de que, embora a obsessão pela Libertadores tenha virado frustração, não é isto que fará o restante de 2017 desmoronar.

Na sexta, uma reunião entre comissão técnica e jogadores definiu o objetivo até dezembro: ter a melhor campanha do segundo turno do Brasileiro. No mínimo, o time precisa acabar entre os quatro primeiros colocados, e assim já garantir uma vaga na fase de grupos da Libertadores. Hoje em quarto lugar, a equipe vê o bicampeonato distante, pois está a 15 pontos do líder, mas promete fazer sua parte caso o Corinthians comece a tropeçar.

Por isso, um bom resultado em Volta Redonda (RJ) é o que precisa o Verdão para, de fato, seguir a vida e começar a esquecer o Barcelona.

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