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Membros de organizadas de Botafogo e Vasco são presos

Durante ação deste sábado, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão após confusão na final da Taça Guanabara

20 abr 2019
15h36
atualizado às 15h50
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Um lamentável episódio de violência ligado ao futebol acabou com criminosos atrás das grades. Neste sábado (20), agentes da Polícia Civil por meio da 18ª DP (Praça da Bandeira), realizou operação para prender integrantes de torcidas organizadas, dois do Botafogo e cinco do Vasco, acusados de agressão.

Confusão antes de Vasco e Fluminense, pela final da Taça Guanabara (Foto: Marcelo de Jesus/Raw Image)
Confusão antes de Vasco e Fluminense, pela final da Taça Guanabara (Foto: Marcelo de Jesus/Raw Image)
Foto: LANCE!

Ao todo, foram expedidos pela justiça dez mandados de prisão, sendo sete torcedores presos pelos crimes de "promoção de tumulto, associação criminosa e dano ao patrimônio público". Esta informação foi atualizada pela Sepol (Secretaria de Estado de Polícia Civil) pela última vez por volta das 12h (de Brasília).

A apuração dá conta de que integrantes da Fúria Jovem do Botafogo, aliados da Força Jovem do Vasco, também participaram do ataque contra os policiais do Regimento de Cavalaria da Secretaria de Polícia Militar. O fato ocorreu durante o jogo do time cruz-maltino com o Fluminense, no dia 17 de fevereiro deste ano, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca.

Na ocasião houve uma briga judicial entre os clubes para saber qual torcida ocuparia o Setor Sul do estádio, em duelo válido pela final da Taça Guanabara. Devido a isso, o jogo inicialmente se deu com os portões fechados e posteriormente foi decido pela abertura. Alguns torcedores da torcida organizada do Vasco tentaram forçar as grades para entrar no estádio e foram contidos por policiais militares do Regimento de Cavalaria, que tentavam impedir o tumulto e a entrada irregular dos torcedores.

Durante a ação, de acordo com informações da assessoria de imprensa da Polícia Civil, agentes cumpriram ainda mandados de busca e apreensão de armas, aparelhos celulares, computadores, camisas capturadas de torcedores rivais (como de uma organizada do Flamengo, uma espécie de "troféu") e outros bens que serão analisados.

Ainda segundo o apurado, os torcedores passaram hostilizar a equipe policial arremessando pedras, paus e fogos de artifício chegando a ferir os cavalos. A investigação apontou também que pessoas atuavam de maneira paramilitar nas torcidas organizadas, com o objetivo de agredir torcedores de times rivais, além de agentes públicos. Cabe destacar que a operação contou com apoio do Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios (Bepe) da Polícia Militar, responsável pelo auxílio quanto à identificação dos suspeitos.

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