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Enquanto Mateus Claus renova contrato, outros dois nomes devem deixar o Bahia

Goleiro tinha acordo de empréstimo até o dia 30 de abril com o Tricolor e chegou a retornar a Pelotas, cidade do clube que antes detinha seus direitos

26 mai 2020
09h58
atualizado às 09h58
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Jogador que chegou ao clube por empréstimo do Pelotas, o goleiro Mateus Claus teve poucas oportunidades na equipe de Aspirantes, mas fez o suficiente para convencer o Esquadrão de sua permanência no clube em caráter definitivo.

Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia
Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia
Foto: Lance!

Apesar da informação não ter saído nos veículos oficiais do Tricolor, o jornal 'Correio' confirmou junto ao presidente do clube gaúcho que detinha os direitos de Mateus, Gilmar Schineider, onde o mandatário do Pelotas explica que o Bahia se fez valer de cláusula prevista já no primeiro contrato firmado entre as partes:

- No contrato de empréstimo existia uma cláusula que o Bahia poderia ficar com o jogador em definitivo. Isso já está acertado. O Pelotas fica com uma porcentagem de uma possível venda futura.

As participações de Mateus Claus até o momento no Esquadrão se deram todas no estadual: triunfo sobre Vitória da Conquista (2 a 0 em 26 de janeiro), Bahia de Feira (1 a 0 em 29 de janeiro) e o empate sem gols diante do Doce Mel no último dia 7 de março.

Enquanto o arqueiro de 25 anos de idade preenche vagas nas quais o clube acabou dispensando Fernando e Leo Steffen, outras duas peças que começaram o ano integrando o elenco considerado principal devem ter sua passagem interrompida tão logo acabem seus contratos de empréstimo.

O lateral-esquerdo Giovanni, em meio as muitas alternativas do seu setor como Juninho Capixaba e Zeca (além da possibilidade de improvisação de João Pedro), sequer teve oportunidades na atual temporada e o clube não deve prolongar seu acordo que acaba no próximo dia 31 de maio.

Quem também não deve ficar no Bahia é o atacante Arthur Caíke, outro que viu a sua região de campo ser bastante reforçada em 2020 com as chegadas de Clayson e Rossi. Além disso, prolongar sua estadia exigiria uma negociação com o Al-Shabab, da Arábia Saudita, algo que o momento financeiro do futebol mundial não se mostra favorável.

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