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De problema a trunfo! Defesa do Vasco cresce, e é decisiva no returno

Uma das mais vazadas no turno do Brasileirão, zaga do Vasco evoluiu com as chegadas de Anderson Martins e Zé Ricardo, e assim ajudou na classificação do time para a Libertadores

15 dez 2017
07h38
atualizado às 07h38
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Um dos principais problemas do time no primeiro turno do Brasileirão, a defesa do Vasco evoluiu na segunda parte da competição e foi determinante para que a equipe conseguisse uma vaga na Libertadores de 2018, garantindo muitas vitórias. Os principais fatores para esse crescimento do setor foram as chegadas do técnico Zé Ricardo e do zagueiro Anderson Martins.

Anderson Martins chegou e arrumou a defesa do Vasco com grandes atuações
Anderson Martins chegou e arrumou a defesa do Vasco com grandes atuações
Foto: Paulo Fernandes/Vasco / Lance!

O Cruz-Maltino terminou o turno com a terceira defesa mais vazada da competição, com 30 gols sofridos (ao lado do Vitória). Só estava melhor do que Chapecoense (33 gols) e Atlético-GO (34 gols). Assim, o time não conseguia ter equilíbrio no campeonato e perdia muitas partidas.

No entanto, no returno essa realidade mudou. Esperança de arrumar a defesa do Vasco, Anderson Martins correspondeu às expectativas e foi um dos pilares do setor. Ao lado de Breno, ele formou boa dupla de zaga. Porém, o sucesso do setor tem muito do trabalho de Zé Ricardo. Quando chegou ao clube, disse deu prioridade em resolver o problema e conseguiu. Tanto que mesmo quando Anderson e Breno não puderam entrar em campo, a zaga continuou segura. Isso mostrou que o sistema defensivo estava bem consolidado.

O que ajudou nesta tarefa foi Zé ter conseguido recuperar o futebol de alguns jogadores importantes para dar estabilidade ao setor, como o lateral-direito Madson e o volante Wellington. O treinador também optou por não mexer muito nos quatro jogadores da defesa. Madson, Breno, Anderson Martins e Ramon foram titulares e só saíram do time por contusão ou lesão.

Assim, o Cruz-Maltino ficou com a segunda melhor defesa do returno do Brasileirão, com 17 gols sofridos, um a menos do que a Chapecoense. Contando só os jogos com Zé Ricardo, que assumiu só contra o Grêmio, o time levou só 13 gols, menos da metade so que sofreu em todo primeiro turno.

A defesa foi um dos trunfos para a equipe conseguir a classificação na Libertadores. As oito vitórias do Vasco no returno foram sofridas, com diferença de um gol. Delas, cinco foram por 1 a 0. Até em jogos em que o ataque funcionou e o time abriu 2 a 0, depois levou um gol e o sistema defensivo foi importante para manter o triunfo, como nas partidas contra Avaí e Ponte Preta.

Lance!
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