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Cris Cyborg volta a 'pedir' luta com Amanda antes de dezembro

Campeã peso-pena do UFC, a curitibana ainda disse que tem mais duas lutas no contrato com a organização e projetou até um futuro longe, citando Boxe e o Bellator; saiba mais

10 ago 2018
16h00
atualizado em 11/8/2018 às 01h42
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O possível confronto entre as do Ultimate campeãs Amanda Nunes e Cris Cyborg ainda não tem uma data definida. A curitibana, dona do cinturão dos penas, quer lutar o quanto antes com a compatriota, no entanto, a baiana e o Ultimate planejam o embate apenas no UFC 232, dia 29 de dezembro, em Las Vegas (EUA). Em conversa ao MMA Tonight, a lutadora disse que a organização chegou a oferecer a luta em setembro, mas depois recuou.

Cris Cyborg não deseja lutar com Amanda Nunes em dezembro e ainda projetou a carreira (Foto: Getty Images/UFC)
Cris Cyborg não deseja lutar com Amanda Nunes em dezembro e ainda projetou a carreira (Foto: Getty Images/UFC)
Foto: LANCE!

- No dia em que ela (Amanda Nunes) assinou o contrato, o UFC entrou em contato com meu empresário e, dois dias antes, eles me pediram para lutar contra ela no dia 8 de setembro. Eu disse: 'Sim, estou pronta. Eu quero lutar'. Depois disso, eles entraram em contato e disseram que Amanda não podia lutar em setembro e que queria lutar em dezembro - revelou Cris, que não luta desde o UFC 222, quando derrotou Yana Kunitskaya.

Após diversas polêmicas com o UFC, Cyborg vive um momento de relativa paz com a organização e o presidente Dana White. Porém, a campeã, que tem ainda mais duas lutas em seu contrato com a franquia, disse que não descarta mudar de ares após fechar o ciclo no Ultimate.

- Ainda tenho muitas coisas na minha carreira. Tenho duas lutas no UFC e espero que isso funcione bem. Eu tenho um sonho de lutar Boxe e, com certeza, vou fazer uma luta no Boxe. Se não for no UFC, talvez eu lute com Julia Budd (campeã peso-pena do Bellator) no Bellator. Eu acho que tenho muitas portas que eu posso lutar. Talvez eu possa fazer um Grand Prix, mais de uma luta por dia no Japão. Muitas coisas podem acontecer. Eu não acho que este é o fim da minha carreira, este é apenas mais um desafio na minha carreira. Já superei um monte de coisas e se eu não lutar mais no UFC, com certeza vou encontrar outras maneiras de continuar crescendo meu legado - encerrou.

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