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Caso Robson: Justiça russa não recorre de sentença e motorista pode voltar ao Brasil até maio

Perto do fim! Preso na Rússia desde 2019, ex-funcionário do volante Fernando poderá tentar terminar pena em presídio brasileiro. Robson foi condenado a três anos de detenção

12 jan 2021 11h36
| atualizado às 14h04
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O caso onde um ex-funcionário do jogador Fernando, volante do Beijing Guoan, da China, foi preso na Rússia, em fevereiro de 2019, está perto de chegar ao fim. Nesta terça-feira, o Ministério Público do país decidiu não recorrer da sentença dada em dezembro a Robson Oliveira e o motorista poderá tentar uma transferência ao Brasil - onde terminaria a pena.

Sem falar russo e longe dos familiares, Robson está detido na Rússia desde fevereiro de 2019 (Reprodução)
Sem falar russo e longe dos familiares, Robson está detido na Rússia desde fevereiro de 2019 (Reprodução)
Foto: Lance!

Sentenciado em pena mínima, totalizando três anos - Robson já cumpriu mais da metade somando o tempo em que ele passou preso na Rússia -, o brasileiro foi detido na Europa por entrar no país com um remédio que é ilegal na região.

Segundo ele, ao ser contratado pelo volante - que na época atuava no Spartak Moscou -, Robson teria recebido uma mala fechada de uma pessoa próxima de Fernando, e teve a missão de chegar com os comprimidos no país europeu.

A previsão da defesa, de acordo com o Ge, é que, nos próximos três a cinco meses, Robson consiga terminar a pena em um presídio brasileiro, podendo retornar ao Brasil até maio. O então motorista do atleta ainda contou com a ajuda do governo brasileiro, que contactou a Justiça russa.

Robson foi condenado, em dezembro de 2020, por contrabando e tentativa de tráfico de drogas por ter levado à Rússia duas caixas do remédio Mytedom 10mg (cloridrato de metadona), compradas pela família de Fernando, ex-Seleção. No ano passado, o jogador explicou seu lado da história.

Lance!
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