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Campello afirma que Maracanã e FERJ abriram mão de taxas para realização de Vasco x Resende

Por conta da paralisação da venda de ingressos, possibilidade de prejuízo para o Cruz-Maltino no estádio era grande; presidente conseguiu que consórcio abrisse mão de aluguel

13 fev 2019
20h44
atualizado às 20h44
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As promessas de forte chuvas fizeram com que a Prefeitura do Rio de Janeiro, na última terça-feira, recomendasse que a partida entre Vasco e Resende, marcada para esta quarta-feira, no Maracanã, às 21h30, fosse adiada. Os representantes do Cruz-Maltino até tentaram mudar data e local do duelo, mas a Polícia Militar travou, não garantindo condições de segurança aos torcedores.

Alexandre Campello é presidente do Vasco (Foto: David Nascimento)
Alexandre Campello é presidente do Vasco (Foto: David Nascimento)
Foto: Lance!

Portanto, a semifinal da Taça Guanabara não seria mexida. A recomendação da FERJ, porém, era de que os torcedores não fossem ao Maracanã e, por questão de segurança, bloqueou a venda de ingressos. Com cerca de onze mil bilhetes vendidos, o risco de prejuízo, por conta das altas taxas do estádio, era iminente, mas Alexandre Campello, presidente do Vasco, afirmou que buscou uma solução com as partes para evitar essa situação de deficit.

- Essa situação fez com que a possibilidade de um grande prejuízo para o Vasco fosse real, uma vez apenas onze mil ingressos haviam sido emitidos, então eu procurei envolver o Maracanã e a própria federação na solução não só da data da realização desse jogo, mas também no que diz respeito à possibilidade de um prejuízo, para que nós chegássemos a um bom termo e não sair prejudicado - afirmou.Após uma reunião, Alexandre Campello afirmou que o Consórcio Maracanã e a FERJ reconheceram essa situação e, portanto, abriram mão de suas taxas. Por consequência, o Vasco não terá que arcar com os custos operacionais do duelo. Em uma recente aparição no programa "Redação SporTV", o mandatário contou que o Cruz-Maltino precisa colocar 30 mil pessoas no estádio para não obter prejuízo.

- O Maracanã e a FERJ entenderam essas colocações, discutimos qual seria a melhor maneira, a FERJ abriu mão das suas taxas e de uma série de gostos, reduziu os custos e o Maracanã fez o mesmo, abrindo mão do aluguel e, com isso, a ideia é que se consiga realizar o jogo com aquilo que foi arrecadado com a venda desses onde mil ingressos. Foi isso que o Vasco conseguiu para evitar um prejuízo no jogo de hoje - completou.

Lance!

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