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Bruno Guimarães se sente preparado para jogar na Seleção Brasileira principal

Meio-campista falou em entrevista coletiva sobre como espera jogar com Tite, sua rápida ascensão no Athletico e Lyon e as amizades que já tinha na Seleção olímpica

6 out 2020
16h03
atualizado em 9/10/2020 às 12h29
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Capitão da Seleção Brasileira sub-23 no Torneio Pré-Olímpico no início de 2020, Bruno Guimarães, meio-campista do Lyon, foi chamado pela primeira vez pelo técnico Tite. Apesar de calouro na principal, o jovem diz que jogar nas categorias de base ajudou a ter experiência e está pronto para atuar nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022.

- Ajuda bastante ter jogado no Pré-Olímpico, você já se sente um pouco mais preparado. Mas é óbvio que tem a ansiedade pelo trote. Se o Tite optar por mim espero ajudar da melhor maneira possível - disse Bruno, que mesmo com 22 anos já pensa em uma vaga no time titular e tem a receita para conseguir.

- O caminho é o mesmo de todo mundo que está aqui, que é jogar bem, aparecer, ajudar. Jogar cada jogo como se fosse de Copa, entrar para ganhar. Sempre que o Brasil entra em campo é o favorito. Esperar dar o melhor e levar o Brasil a mais uma Copa - afirmou em coletiva de imprensa.

Ao ser perguntado sobre como espera chegar em 2022 para que seja convocado para a Seleção, Bruno respondeu que todas as partidas a partir de agora tem que ser jogadas como se fossem de Copa do Mundo, tentando sempre buscar a vitória e com isso classificar o Brasil para a Copa do Qatar.

Sobre a sua função no meio e como pode atuar tanto de primeiro homem como de segundo, o então meia do Lyon foi bem direto:

- Assisti alguns jogos da Seleção e ainda vou conversar com o Tite, porém posso jogar de '5' ou de '8', jogo no Lyon nas duas e me sinto a vontade de exercer qualquer função no meio.

Sobre a antiga parceria com alguns colegas, em especial Renan Lodi, Bruno disse que espera que tudo aquilo que fizeram os dois se destacarem no Athletico, se repita na Seleção para que juntos tenham o mesmo brilho mostrado na equipe paranaense.

- Fico muito feliz, o Renan é um irmão para mim. A gente passou muita coisa em Curitiba, chegamos a morar juntos. Torço muito pelo sucesso dele, sou fã, estamos sempre nos falando. Ele conhece a minha família e eu a dele. Espero que a gente possa fazer a mesma coisa que fez no Athletico na Seleção e dar alegria aqui também.

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