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São Paulo

Após 'tempestade', Cueva tem nova chance de se reerguer no São Paulo

Meia volta a ser bancado por Dorival Júnior, cuja avaliação é de que pior já passou. Sem propostas, peruano será titular do time após voltar a participar de um gol

16 jul 2017
05h42
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Cueva, volte a ser Cueva. O apelo é de todos os são-paulinos que se encantaram com o futebol do peruano, no clube desde o ano passado. É um sentimento compartilhado pelo técnico Dorival Júnior, que acredita na recuperação do camisa 10. Tanto que neste domingo, diante da Chapecoense, às 16h, na Arena Condá, Dorival dará mais uma oportunidade ao meia no time titular.

A visão de Dorival, compartilhada por outros profissionais do São Paulo, é que o pior já passou. Na última quinta-feira, no empate em 2 a 2 contra o Atlético-GO, o meia voltou a participar de um gol do time, algo que não acontecia desde março. Ele cobrou falta no travessão, bola que acabou sobrando para Pratto empurrar para as redes e abrir o placar. Cueva não teve atuação brilhante, ainda mais porque entregou a bola para o gol de empate logo depois. Mas o lance ficou como um alento para a comissão técnica, que vê a situação mais controlada com relação ao início de trabalho.

Quando Dorival chegou, na última segunda-feira, Cueva acabara de protagonizar momentos conturbados, ao se recusar a ir para o clássico contra o Santos. Não estava centrado, conforme avaliação interna. Irritou companheiros com compromisso e atuações muito abaixo do esperado. Queria ser negociado e esperava uma boa proposta para convencer o São Paulo a liberá-lo. Isso não aconteceu.

Foi tempo para Dorival apostar na motivação do camisa 10, peça que ele considera essencial para tirar o time da zona da degola. O confronto deste domingo é essencial. Com 12 pontos ganhos, o São Paulo começou a rodada na 17ª colocação, uma posição atrás da Chape, primeira fora do Z4 com 15 pontos. É confronto direto.

Recuperar o futebol do camisa 10 foi uma das metas estipuladas por Dorival Júnior desde que chegou.

- É obrigação minha motivar qualquer jogador. E estar no São Paulo não é um motivador negativo. Estando aqui dentro, é profissional e tem obrigação de se sentir motivado, a instituição precisa ser preservada e respeitada - afirmou, em sua entrevista de apresentação.

Sem propostas, a saída para Cueva é voltar a jogar futebol. Ele ainda tem apoio da torcida são-paulina e só com o retorno das boas atuações poderá evitar a ira. O clube precisa dele.

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