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Ao deixar CBF, Marco Aurélio sinaliza posto no São Paulo

Ex-dirigente do clube pode enfrentar Julio Casares na eleição de dezembro. Entenda o cenário político do São Paulo há cerca de seis meses do pleito

3 jun 2020
07h21
atualizado às 08h43
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Marco Aurélio Cunha deixou a coordenação de seleções femininas da CBF nessa terça-feira, 2, e ficou com o caminho livre para se candidatar à presidência do São Paulo. Ele deu indícios de que este será seu próximo passo no vídeo em que fala sobre a saída da CBF, publicado no Instagram.

"Chegou a hora da partida para novos rumos. Eu espero seguramente que esse caminho possa fazer novas ajudas. Quem sabe uma ajuda especial [apontando para um objeto com o escudo do São Paulo]", disse.

Se confirmar candidatura, Marco Aurélio Cunha enfrentará Casares em dezembro (Foto:Angelo Martins/Lance!Press)
Se confirmar candidatura, Marco Aurélio Cunha enfrentará Casares em dezembro (Foto:Angelo Martins/Lance!Press)
Foto: LANCE!

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Obrigado CBF pelos 5 anos de aprendizado, amizade e convivência. Obrigado Gilmar Rinaldi.

Uma publicação compartilhada por Marco Aurélio Cunha (@marcoaureliooficial) em

Superintendente de futebol do São Paulo nos anos vitoriosos do clube no início da década de 2000 e diretor de futebol por um curto período da

, em 2016, Marco Aurélio fala em ser presidente do São Paulo há tempos. Recentemente, no entanto, vinha se mostrando reticente. Ele diz que a ideia de agradar a diferentes grupos políticos para sustentar uma candidatura, ainda mais se eles esperarem cargos em troca do apoio, não o empolga.

Marco é cotado tanto para encabeçar a chapa de oposição - uma convenção organizada pelo conselheiro Newton Ferreira deve escolher um nome de consenso deste grupo, sendo que o vice Roberto Natel é outro cotado - quanto para se lançar em uma terceira via, com uma base própria.

O único candidato confirmado até o momento é Julio Casares, apoiado por diversos grupos políticos do São Paulo, incluindo a base que elegeu Leco. Ele prefere dizer que trata-se de uma candidatura de coalizão, não exatamente de situação.

Em novembro, pouco antes da eleição, haverá eleição para eleger 100 conselheiros. Ao todo, 240 estarão aptos a votar no pleito de dezembro, que ainda não tem data marcada.

Leco, que não poderá se reeleger, não manifestou apoio a Julio Casares até o momento. Marco Aurélio, por outro lado, já declarou que não será situação em hipótese alguma apesar de ter votado no atual presidente na última eleição.

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