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Após a eliminação, que ajustes podem ser feitos no Vasco? O L! mostra

Entenda as mudanças que podem ser feitas e que deverão ser vistas num futuro breve no time comandado por Ramon Menezes, após queda na Copa do Brasil para o Botafogo

25 set 2020
07h03
atualizado às 07h03
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É óbvio que nenhum vascaíno gostaria de ser eliminado da Copa do Brasil, o que ocorreu nesta quarta-feira, para o Botafogo. Mas como voltar ao passado não é possível, o LANCE! elenca os ajustes que podem ser feitos e que deverão ser vistos num futuro breve no time comandado por Ramon Menezes.

Yago Pikachu não vive bom momento no Vasco (Rafael Ribeiro/Vasco)
Yago Pikachu não vive bom momento no Vasco (Rafael Ribeiro/Vasco)
Foto: Lance!

Ao cair no mata-mata nacional, o Vasco ganhou, ao menos, mais tempo de preparação para os torneios restantes: o Campeonato Brasileiro e a Copa Sul-Americana, que ainda não voltou. O Cruz-Maltino teve intervalo máximo de quatro dias entre os jogos desde o duelo com o Sport, há mais de um mês.

- Logicamente queríamos e trabalhamos para brigar pelo título. O pensamento não era diferente. Saímos chateados, tristes por não ter conseguido avançar na Copa do Brasil, mas, por outro lado, o benefício físico virá. Fora da Copa do Brasil, as equipes têm uma semana inteira para trabalhar e vir fortes no domingo - analisou Thiago Kosloski, auxiliar-técnico de Ramon Menezes (este com Covid-19), após a eliminação. E completou:

- Foi o que houve com o Coritiba (contra o Vasco), e o Red Bull virá com a equipe descansada também. Para as equipes que jogam Libertadores, Copa do Brasil e a Sul-Americana, que vai começar, os jogos desgastantes acabam prejudicando no Brasileiro, que é um campeonato difícil. Achar um lado positivo, o que é difícil, é recuperar os atletas para jogar na intensidade que o campeonato pede - finalizou.

Confira os tópicos abaixo dos ajustes que poderão ser vistos com calma:

Atuações de Yago Pikachu e Fellipe Bastos

Seja com a saída dos jogadores citados ou com descanso, eles podem e precisam contribuir mais para a equipe. A triangulação pelo lado direito do ataque, como se viu no início da Era Ramon com Vinícius, já não existe.

Solidão de Benítez

O meia não só é o principal articulador da equipe, mas é o único que dá volume de chances criadas. Quando não está inspirado ou está bem marcado, como na última quarta, o Vasco fica atado. Pode ser o caso de uma mudança de sistema tático, retirando um volante e acrescentando um jogador mais ofensivo.

Talles Magno

Já não é novidade que o atacante ainda não conseguiu ser decisivo como se esperava em 2020. Contra o Coritiba, parou na trave; contra o Botafogo, teve duelos individuais com Kevin e outros adversários, ganhou alguns e perdeu outros, mas ele segue muito distante da área num sistema tático que tem Henrique, lateral pelo setor esquerdo, mais contido, auxiliando menos o ponta. Taticamente, o Vasco é propositalmente torto, com o lateral-direito tendo mais liberdade que o esquerdo. E se houver uma inversão?

Para os três casos acima, tempo é fundamental para descanso, treino e aprimoramento do que for necessário. Após o jogo deste domingo, contra o Red Bull Bragantino, o Vasco, aí sim, terá uma semana até o confronto com o Atlético-MG. Depois emenda nova sequência de jogos pouco intervalados até duas semanas depois, provavelmente. A tabela não foi destrinchada, mas pode haver uma semana sem jogos entre o jogo contra o Internacional (teoricamente, no fim de semana dos dias 17/10 e 18/10) e o jogo contra o Corinthians (fim de semana dos dias 24/10 e 25/10).

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Lance!
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