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Agência da ONU trabalha para ajudar boxeador olímpico venezuelano da equipe de refugiados

27 jul 2021 15h47
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A agência de refugiados da ONU afirmou nesta terça-feira que está buscando ajuda a um boxeador venezuelano que disputou os Jogos de Tóquio pela equipe de refugiados, um dia depois de seu pai dizer que ele não pode retornar a Trinidad & Tobago, onde estava vivendo.

26/07/2021
REUTERS/Ueslei Marcelino/File Photo
26/07/2021 REUTERS/Ueslei Marcelino/File Photo
Foto: Reuters

Eldric Sella durou 67 segundos em sua luta de estreia contra Euri Cedeno, da República Dominicana, precipitando o fim das aspirações olímpicas do boxeador de 24 anos que, em 2018, fugiu de seu país para viver em Trinidad & Tobago.

Seu pai Edward, em entrevista com a emissora online venezuelana VPItv na segunda-feira, disse que Sella não pode voltar à nação do Caribe e que sua família buscou ajuda da agência de refugiados da ONU (Acnur).

"A agência está em discussões para avaliar as soluções mais apropriadas para Eldric Sella e sua família", afirmou um porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, em um e-mail, recusando-se a dar mais detalhes por motivos de confidencialidade.

"Estamos muito orgulhosos das conquistas de Eldric como parte da Equipe Olímpica de Refugiados e estamos gratos pelo apoio dado a ele e sua família até agora", disse o porta-voz.

O ministério da Segurança Nacional de Trinidad & Tobago, que lida com assuntos de imigração, não respondeu ao pedido por comentários.

Não ficou claro em um primeiro momento por que Sella não poderia retornar a Trinidad & Tobago, onde ele buscou asilo.

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