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Guarani rescinde com Inácio e também deve liberar Rondinelly e Felipe Amorim

Diretoria do clube de Campinas está reformulando o elenco e jogadores não estão nos planos do técnico Roberto Fonseca

17 jul 2019
13h09
atualizado às 13h09
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O Guarani continua reformulando o elenco. Na manhã desta quarta-feira, o clube confirmou a rescisão contratual com o lateral Inácio, que volta ao Porto, de Portugal, clube ao qual é vinculado. A diretoria ainda aguarda detalhes para definir as saídas do meio-campista Rondinelly, ex-Palmeiras, e do atacante Felipe Amorim. Ambos não fazem parte dos planos do técnico Roberto Fonseca.

O lateral tem apenas 23 anos e a tendência é que seja emprestado pelo Porto a algum clube do futebol europeu. Já a dupla tem contrato com o Guarani até o fim de novembro. O time campineiro procura interessados para concretizar as respectivas saídas.

Onze jogadores já haviam deixando o Guarani visando a sequência da Série B. São eles: o goleiro Giovanni, os laterais Léo Príncipe e William Matheus, o zagueiro Thalisson Kelven, os volantes Fabrício Costa e Fernandes, os meias Carlinhos e Jefferson Nem, além dos atacantes Álvaro, Mateusinho e Thiago Ribeiro.

O Guarani vem de seis tropeços na competição, sendo cinco derrotas consecutivas. O time campineiro aparece apenas na 18ª posição, com cinco pontos, contra dez do Vila Nova, primeira equipe fora da zona da degola.

O próximo compromisso do Guarani será diante do Botafogo-SP, time que luta pelo acesso. O duelo está marcado para este sábado, ás 19h, no Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto.

O elenco vem sofrendo pressão por parte dos torcedores, tanto que na última terça-feira o zagueiro Ferreira precisou ser contido, evitando uma ação de violência física por parte do jogador. O episódio aconteceu em frente ao Estádio Brinco de Ouro.

O Guarani vive um clima tenso. O escritório do presidente Palmeron Mendes amanheceu, na terça, repleto de pichações com ameaças de morte. Localizado no Jardim Leonor, em Campinas, o local teve muros, portão e até mesmo o chão pichados. "Vai Morrer" e "Fora" foram algumas das palavras gravadas.

Estadão
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