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Renato lamenta queda do Grêmio, mas não vê título da Libertadores como obrigação

Treinador condenou a atuação do time gaúcho e deixou claro que a queda veio pelos erros da equipe

4 set 2019
23h01
atualizado às 23h01
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O Grêmio sofreu seu pior baque na temporada na noite desta quarta-feira ao ser eliminado da Copa do Brasil pelo Athletico-PR, que reverteu a vantagem rival ao vencer por 2 a 0, na Arena da Baixada. A classificação veio nos pênaltis. Apesar do revés, os gremistas negaram a obrigação pelo título da Copa Libertadores , na qual farão à semifinal frente ao Flamengo.

"Nos últimos três anos, o Grêmio tem seis títulos. O objetivo é, principalmente, vencer a Libertadores. Mas obrigação a palavra é muito forte, ainda mais se tratando de um grupo vencedor. Sempre trabalhamos para ganhar, mas nem sempre é possível. Temos que saber perder. O adversário foi melhor e mereceu a vitória", falou o técnico Renato Gaúcho, em entrevista coletiva após o confronto.

O treinador condenou a atuação do Grêmio e deixou claro que a queda veio pelos próprios erros do clube gaúcho: "Estivemos bem abaixo do que nós estamos acostumados a jogar. Era uma decisão. O adversário veio para ganhar o jogo. Na maior parte dele, aceitamos que eles jogassem. Pagamos pelos nossos próprios erros".

Em seguida, o comandante lembrou que o time já precisa começar a pensar em seus próximos desafios. O primeiro deles será a partida contra o Cruzeiro, no domingo, no estádio Independência, em Belo Horizonte, pelo Brasileirão, no qual o Grêmio é o 11º colocado, com 22 pontos, 14 atrás do líder Flamengo. "Infelizmente não conseguimos nosso objetivo. Temos que levantar a cabeça, porque temos mais duas competições pela frente", concluiu.

Após o apito final, os jogadores do Grêmio deixaram o campo sem dar entrevistas. O zagueiro Pedro Geromel conversou rapidamente com a imprensa e lamentou o jogo apático da equipe gaúcha, para muitos a pior em 2019. "Não foi o jogo que gostaríamos. Eles acabaram neutralizando a gente. Não nos deixaram jogar e saíram classificados", disse o defensor.

Estadão
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