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Caio Henrique comenta situação do coronavírus no Grêmio e aprova adiamento das Olimpíadas

28 mar 2020
08h06
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Caio Henrique lamentou a paralisação da temporada, mas afirmou que a medida foi necessária

A pandemia do novo coronavírus vem causando grande impacto no mundo do futebol, com competições paralisadas e atividades nos clubes suspensas. No Grêmio, quatro dirigentes já foram diagnosticados com a doença, incluindo o presidente Romildo Bolzan. Em entrevista à Gazeta Esportiva, Caio Henrique, lateral-esquerdo do Tricolor, contou como os jogadores da equipe gaúcha estão lidando com a situação.

"A gente procura seguir as orientações e estamos nos cuidando. Respeitando o período de quarentena e evitando de nos expor. É um problema muito sério e que requer bastante atenção. Nos falamos (entre os jogadores) até para saber como todos estão e agora é esperar esse momento passar torcendo para que todos fiquem bem", afirmou o jogador de 22 anos, que ainda explicou que os atletas vêm seguindo uma cartilha de preparação física feita pelo clube.

Caio Henrique também lamentou a interrupção da temporada em um momento de evolução do Grêmio e de adaptação pessoal na nova equipe, mas ressaltou que a medida é importante para resguardar a saúde das pessoas. O time comandado por Renato Portaluppi atualmente ocupa a liderança isolada do Grupo B do segundo turno do Campeonato Gaúcho, além de ter conquistado quatro pontos em dois jogos na Copa Libertadores.

"Sempre acaba tendo um lado ruim, não tem jeito. O time estava se acertando e fazendo boas partidas, mas infelizmente teve essa parada em razão do coronavírus. A gente entende e sabe que é um motivo importante, então só nos resta aguardar passar todo esse momento complicado", declarou.

"Preferia não ter parado, pois estava tendo uma sequência na equipe titular e buscando um melhor entrosamento com meus novos companheiros. Mas como ressaltei antes, nós entendemos e concordamos com a decisão de parar os campeonatos pelo bem estar e saúde das pessoas", acrescentou.

Um dos grandes cotados para compor a Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de Tóquio, o lateral-esquerdo ainda aprovou a decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de adiar o evento em um ano.

'O adiamento foi uma decisão acertada, sem dúvida. A saúde das pessoas precisa estar sempre em primeiro lugar. Claro que é o sonho de qualquer atleta participar de uma Olimpíada, mas a situação pedia medidas sérias e a gente compreende a mudança para 2021″, completou o jogador.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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