Auxiliar técnico do Grêmio é preso no desembarque da equipe em Porto Alegre
Caso envolve suspeita de descumprimento de medida protetiva concedida à ex-companheira de Alexandre Mendes
Alexandre Mendes, auxiliar técnico do Grêmio, foi preso preventivamente ao desembarcar em Porto Alegre por suspeita de descumprir uma medida protetiva concedida à sua ex-companheira. O profissional, que já responde a processo por violência psicológica contra ela, teria frequentado o mesmo evento que a vítima. Após audiência de custódia, Mendes foi encaminhado a uma penitenciária. Em nota oficial, o clube informou que acompanha o caso antes de tomar qualquer decisão.
Alexandre Mendes, auxiliar técnico do Grêmio, foi preso nesta quinta-feira, 8, ao chegar a Porto Alegre com a delegação gremista. A equipe retornava de Belém, onde empatou por 1 a 1 com o Remo na noite anterior, pelo Campeonato Brasileiro. Após passar por audiência de custódia, o profissional teve a prisão preventiva mantida pela Justiça e foi encaminhado a uma penitenciária.
A detenção está relacionada à suspeita de descumprimento de uma medida protetiva concedida à ex-companheira de Mendes. Segundo informações publicadas pelo ge, o episódio teria ocorrido durante a Expointer, feira agropecuária realizada em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre, entre o fim de agosto e o início de setembro. A medida está em vigor desde 5 de março deste ano.
De acordo com informações divulgadas pelo ge, Mendes e a ex-companheira estiveram no mesmo local durante o evento, mas não teriam tido contato direto. O caso que levou à prisão ocorre enquanto o auxiliar responde a um processo por violência psicológica contra a mulher.
Em nota, o Grêmio afirmou que acompanha o caso e aguarda mais informações das autoridades antes de definir os próximos passos. O clube classificou os fatos como de natureza pessoal e disse que se manifestará novamente quando reunir os elementos necessários sobre o processo.
Mendes se tornou réu em setembro de 2025, após o Ministério Público apresentar denúncia por suposta violência psicológica contra a ex-companheira, com quem manteve um relacionamento por seis anos. O processo ainda está em andamento e não há sentença.
A investigação teve início em 2024, após o registro de um boletim de ocorrência. Naquele ano, a Polícia Civil concluiu o inquérito sem indiciar o auxiliar. Posteriormente, o Ministério Público entendeu que havia elementos para apresentar uma denúncia por violência psicológica, aceita pela Justiça em 2025.
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