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Técnico do Japão admite superioridade chilena, mas exalta coragem do time

Japoneses foram goleados por 4 a 0, nesta segunda-feira, em sua estreia na Copa América

17 jun 2019
23h37
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Após a dura derrota por 4 a 0 para o Chile na estreia da seleção japonesa na Copa América, o técnico da equipe asiática, Hajime Moriyasu, reconheceu a superioridade do adversário, mas também buscou valorizar a postura dos seus jogadores. Ele destacou que o Japão buscou atacar o adversário na noite desta segunda-feira, no Morumbi, mesmo tendo pela frente os atuais bicampeões da competição.

"Foi um derrota triste. Mas também foi importante que não nos acovardamos diante dos atuais campões, tendo chances de gol", afirmou, exaltando o espírito de luta da seleção japonesa, que veio ao Brasil para a disputa da Copa América, com vários jovens jogadores, encarando a Copa América como um preparatório aos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

Pelo volume de jogo apresentado pela seleção japonesa, seu treinador apontou que o placar de 4 a 0 foi injusto, pois sua equipe deveria ter marcado ao menos um gol, especialmente por ter desperdiçado várias chances na etapa final. "Acho que merecíamos ao menos um gol", comentou.

Ao mesmo tempo, o treinador japonês exaltou o poder de decisão da seleção chilena, que conseguiu definir a vitória nesta segunda-feira com tranquilidade no segundo tempo, quando nem foi tanto ao ataque, mas conseguiu marcar três gols com naturalidade - havia aberto 1 a 0 na etapa inicial. "Eles têm alta capacidade de decisão, muita habilidade com a bola, um conjunto muito forte. Possuem muita qualidade", disse.

Moriyasu, inclusive, não economizou nos elogios ao volante Vidal, titular absoluto da seleção chilena. Na sua avaliação, o meio-campista do Barcelona foi o destaque da partida. "É a peça central do time e criou as principais jogadas de sua seleção", comentou.

Em sua segunda participação na Copa América - a outra foi em 1999 -, o Japão voltará a atuar no Brasil na quinta-feira, quando vai encarar o Uruguai, na Arena do Grêmio, pela segunda rodada do Grupo C.

Estadão
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