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Técnico do Grêmio valoriza vice para o Inter na Copa São Paulo

Guilherme Bossle ressalta campanha invicta e afirma que juiz poderia ter relevado em expulsão de Alison Calegari

25 jan 2020
15h01
atualizado às 15h01
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Após o Grêmio perder a decisão da Copa São Paulo de Futebol Júnior nos pênaltis para o Internacional, o técnico Guilherme Bossle valorizou o vice. A equipe tricolor terminou a competição com seis vitórias e dois empates (uma vitória e uma derrota nos pênaltis).

"Perdemos o título invictos. Para a projeção dos atletas, temos a certeza de que no futuro vão estar vestindo a camisa do Grêmio na Arena. Magoados por não termos conquistado o título, mas felizes pela campanha. Uma pena ter sido para o arquirrival, dá um gostinho amargo para nós. Mas, como eu falei para os atletas: vamos comemorar muito porque um vice da Copa São Paulo também é um título", afirmou o treinador.

Guilherme Bossle também comentou o lance da expulsão do zagueiro Alison Calegari. Depois de o Grêmio abrir o placar, o defensor subiu no alambrado da arquibancada verde para comemorar e recebeu o segundo cartão amarelo. Para o técnico, o juiz poderia ter relevado a situação.

"Trabalhamos sobre informações das regras, mas a emoção aflorou. Por ser muito gremista e ter a rivalidade grande, ele se sentiu emocionado. Outro atleta, o Gazão, tentou tirá-lo do alambrado e não conseguiu. Claro que valia título, era jogo em rede nacional, mas o juiz poderia ter relevado e dado uma advertência. Sabemos da regra, que ele fez errado, mas o juiz poderia ter contemporizado", disse.

Depois de ficar com um jogador a menos, o Grêmio sofreu o empate do Inter em cinco minutos. A igualdade continuou ao longo do tempo regulamentar, e o time colorado venceu por 3 a 1 nas cobranças de pênalti.

"Acho que mexeu emocionalmente a expulsão. A inferioridade numérica não foi problema, tanto que tivemos chances de fazer gol. Em cinco minutos eles empataram. Se conseguíssemos manter por uns dez minutos, acho que não levaríamos, porque a equipe estava bem armada", analisou Guilherme Bossle.

Estadão
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